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As principais informações e novidades do coop no Brasil e no mundo!

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As principais informações e novidades do coop no Brasil e no mundo!

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18/09/2026

3ª Corrida Coopanest/RN acontece no dia 18 de outubro

A Coopanest/RN realizará, no dia 18 de outubro, a terceira edição de sua corrida. A largada será às 6h, em frente à sede do Sistema OCERN, na Avenida Passeio das Rosas, ao lado da Árvore de Mirassol, na Zona Sul de Natal. A edição de 2026 terá um percurso inédito, planejado para valorizar uma das regiões mais modernas e estruturadas da capital potiguar. A programação também manterá o compromisso social do evento, incentivando, pelo segundo ano consecutivo, a doação de pares de tênis destinados a atletas em situação de vulnerabilidade que participam de competições no interior do Rio Grande do Norte. “Mais do que uma corrida, esse será mais um momento de promover saúde, integração e reforçar o compromisso social da cooperativa com iniciativas que impactam positivamente a sociedade”, destaca o presidente da Coopanest/RN, Sérgio Lima. As inscrições estão disponíveis no site corridacoopanest.com.br, pelo valor de R$ 139,90. A expectativa é de mais uma edição com grande participação, consolidando a Corrida Coopanest/RN entre os principais eventos do calendário esportivo e institucional do estado. 📅 18 de outubro de 2026⏰ Largada às 6h📍 Cocentração e largada: Sede do Sistema OCERN – Natal/RN💻 Inscrições: corridacoopanest.com.br 
3ª Corrida Coopanest/RN acontece no dia 18 de outubro
18/09/2026

Unimed Natal e Associação Médica realizam congresso conjunto em outubro

1º Congresso Unimed Natal e IX Congresso de Atualização Médica do RN serão realizados de 22 a 24 de outubro, no Praia Mar Arena A Unimed Natal e a Associação Médica do Rio Grande do Norte (AMRN) realizam, de 22 a 24 de outubro, um congresso conjunto que reunirá profissionais da saúde para três dias de conhecimento, atualização e discussão sobre diferentes temas relacionados ao setor. O 1º Congresso Unimed Natal e o IX Congresso de Atualização Médica do RN acontecem no Praia Mar Arena, em Natal. A programação científica do congresso de atualização médica será conduzida pela Associação Médica, enquanto a Unimed Natal terá uma programação própria de palestras, ampliando a abordagem do evento para além dos conteúdos estritamente científicos. Entre os palestrantes já confirmados estão Omar Abujamra, presidente da Unimed Brasil; Helton Freitas, presidente da Seguros Unimed; José Hiran, presidente do Conselho Federal de Medicina (CFM); Paulo Rebelo, ex-presidente da Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS); Luiz Henrique Mandetta, médico e ex-ministro da Saúde; Diego Ribas, com atuação em liderança e alta performance; e Luis Henrique, comunicador e empresário. Para o presidente da Unimed Natal, Dr. Márcio Rêgo, a realização do Congresso representa uma oportunidade de aproximar profissionais e ampliar o debate sobre os caminhos da saúde. “Este congresso nasce com a proposta de reunir diferentes perspectivas sobre a saúde, promovendo conhecimento, troca de experiências e discussões que fazem parte da realidade dos profissionais e das instituições. A parceria com a Associação Médica também permite integrar uma programação científica de qualidade a outros temas importantes para o setor”, afirma. As inscrições já estão abertas. Cooperados da Unimed Natal e associados adimplentes da AMRN, incluindo médicos e estudantes de Medicina, têm inscrição gratuita no 1º lote, que possui vagas limitadas. Os interessados podem realizar a inscrição pelo link https://medevento.com.br/congressounimedamrn/?utm_source=chatgpt.com  SERVIÇO1º Congresso Unimed Natal & IX Congresso de Atualização Médica do RN📅 22 a 24 de outubro📍 Praia Mar Arena – Natal/RN🎟️ Inscrições: https://medevento.com.br/congressounimedamrn/?utm_source=chatgpt.com 1º lote gratuito para cooperados Unimed Natal e associados adimplentes da AMRN (médicos e estudantes de Medicina).
Unimed Natal e Associação Médica realizam congresso conjunto em outubro
18/09/2026

Sicredi RN inaugura agência em João Câmara/RN

Nova unidade amplia a presença da instituição no interior do estado e fortalece o atendimento aos associados da região A Sicredi RN inaugurou, nesta quarta-feira (16), sua primeira agência em João Câmara, ampliando a presença da instituição no interior do Rio Grande do Norte. Localizada na Rua Padre João Maria, 144, no centro da cidade, a unidade foi planejada para oferecer uma experiência mais moderna e acolhedora, com ambientes que proporcionam conforto e praticidade aos associados. A chegada da nova agência marca um importante momento de expansão da cooperativa no estado e acompanha o crescimento de sua base de associados na região, fortalecendo a atuação da Sicredi RN junto a empresas e comunidades do município e de seu entorno. Mais do que espaços para a realização de serviços financeiros, as agências do Sicredi são ambientes de relacionamento, orientação e proximidade. Com a inauguração em João Câmara, a Sicredi RN passou a contar com 12 agências em cidades-polo do Rio Grande do Norte, reforçando sua presença física e a proposta de oferecer aos associados um atendimento próximo e personalizado. “João Câmara é uma região com grande potencial de crescimento, e a Sicredi RN chega para estar perto: oferecendo crédito e serviços, mas também construindo relações de longo prazo com pessoas, empreendedores e empresas. Quando uma cooperativa cresce junto com a comunidade, os resultados vão além do sistema financeiro e ajudam a fortalecer toda a economia local”, afirma o presidente da Sicredi RN, Damião Monteiro.
Sicredi RN inaugura agência em João Câmara/RN
18/09/2026

Primeira pesquisa nacional revela retrato da cultura cooperativista

Estudo do Sistema OCB ouviu 9,7 mil pessoas e identificou forças e desafios para o movimento Como está a cultura cooperativista no Brasil? O Sistema OCB tem a resposta baseada em dados nacionais. A Pesquisa Nacional de Cultura Cooperativista ouviu 9.761 pessoas nas 27 unidades da Federação e identificou uma relação forte entre cooperados e cooperativas, mas também desafios em participação, conhecimento sobre o modelo e formação de novas lideranças. O levantamento ouviu 2.983 cooperados, 5.998 empregados e 780 dirigentes, além de realizar entrevistas em profundidade com 46 pessoas de 37 cooperativas. O estudo chegou em um período de forte expansão do movimento: o número de cooperados passou de 15,5 milhões, em 2019, para 29 milhões, em 2025. Nos últimos sete anos, uma média de 6.160 pessoas entrou para uma cooperativa por dia.O ramo Crédito concentra parcela expressiva desse crescimento. No mesmo período, o número de cooperados passou de 10,7 milhões para 23 milhões, alta de 115%. A relação dos cooperados com suas cooperativas aparece como um dos pontos mais positivos da pesquisa. Entre os 46 indicadores avaliados, 93% dos cooperados afirmam sentir o dever moral de honrar seus compromissos com a cooperativa. Outros 89% recomendariam a organização da qual fazem parte e também pretendem manter uma relação de longo prazo. Para 87%, a fidelidade à cooperativa permanece mesmo em momentos de crise. “Os resultados mostram que existe uma base muito positiva: as pessoas têm confiança nas cooperativas e querem manter esse vínculo. Agora, precisamos entender como transformar essa relação em maior participação e conhecimento sobre o modelo”, explica Guilherme Costa, gerente do Núcleo de Inteligência e Inovação do Sistema OCB. Ainda segundo ele, dados como os do Ramo Crédito também deixam uma questão importante. “Precisamos trabalhar para que a expansão da base venha acompanhada de maior conhecimento e identificação com o cooperativismo” Educação é prioridade Entre os sete princípios do cooperativismo, a educação foi apontada como o mais importante pelos três públicos pesquisados. O princípio aparece para 58% dos cooperados, 71% dos empregados e 57% dos dirigentes. O cruzamento entre importância e prática mostra que a adesão voluntária é o princípio mais presente no dia a dia das cooperativas, enquanto o controle democrático registra a maior diferença entre a importância atribuída e sua prática. Participação precisa avançar É justamente na participação que aparecem alguns dos principais pontos de atenção. A presença registrada em assembleias varia bastante entre os ramos e chega a apenas 6% no Crédito, segundo dados autodeclarados pelas cooperativas no AnuárioCoop 2026. No Trabalho, o índice é de 58%; no Transporte, 47%; no Consumo, 43%; no Agropecuário, 36%; e na Saúde, 28%. Entre os cooperados que apontam dificuldades para participar mais, a falta de tempo é o principal motivo, com 36% das respostas. Também aparecem falta de informação (22%), desconhecimento sobre a possibilidade de participação (12%) e falta de conhecimento sobre o cooperativismo (10%). A falta de interesse é citada por 9%. “Esse dado é importante porque mostra que a baixa participação não pode ser explicada simplesmente pela falta de interesse. Há uma parcela significativa que precisa de mais informação e conhecimento para entender como pode participar. É uma oportunidade para aproximar o cooperado da cooperativa”, afirma Guilherme. Jovens são a próxima fronteira A pesquisa também acende um alerta para a sucessão. A afirmação de que a cooperativa terá pessoas preparadas para substituir suas atuais lideranças está entre as de menor concordância entre os dirigentes. Os números mostram uma diferença geracional na pesquisa: pessoas de 18 a 34 anos representam 45% dos empregados, mas apenas 17% dos cooperados e 6% dos dirigentes. Entre os dirigentes, 62% têm 51 anos ou mais. Os jovens também apresentam uma visão própria sobre o cooperativismo. Eles atribuem mais importância à educação e à cooperação do que as pessoas com 51 anos ou mais, enquanto dão menos peso à adesão voluntária e ao controle democrático. Ponto de partida A pesquisa cria a primeira referência nacional para acompanhar como a cultura cooperativista é percebida e praticada por cooperados, empregados e dirigentes. Os resultados ajudam a identificar onde o movimento já avançou e onde ainda existem lacunas. “O levantamento também orienta novas ações de educação, participação, formação de lideranças e fortalecimento da cultura cooperativista”, completa Guilherme.Confira o Infográfico com os principais resultados da pesquisa:
Primeira pesquisa nacional revela retrato da cultura cooperativista
11/09/2026

Cooperativas de artesanato ampliam mercados do Ceará a Paris

Fenacce reúne 12 cooperativas em Fortaleza, enquanto Jornada Exportadora conecta artesanato brasileiro a compradores europeus  Do Ceará a Paris, o artesanato cooperativo brasileiro ganha novas vitrines e amplia conexões comerciais no Brasil e no exterior. Em setembro, o Sistema OCB participa de duas frentes voltadas ao acesso a mercados: a 8ª Feira Nacional de Artesanato e Cultura (Fenacce), em Fortaleza, e a Jornada Exportadora do Artesanato – Paris 2026, realizada pela ApexBrasil, parceira estratégica do Sistema OCB na promoção internacional das cooperativas do segmento.  As iniciativas fazem parte da estratégia dos programas NegóciosCoop Mercados Nacional e Internacional, do Sistema OCB, que atuam para ampliar o acesso das cooperativas a mercados, gerar oportunidades comerciais e aproximá-las de compradores, lojistas, parceiros e novos canais de venda, no Brasil e no exterior. O movimento também evidencia a capacidade do cooperativismo de transformar conhecimentos tradicionais, identidade cultural e produção coletiva em produtos com valor agregado, geração de renda e oportunidades para as comunidades. “A participação em feiras e rodadas de negócios permite que as cooperativas ampliem sua presença comercial, conheçam novos compradores e estejam mais preparadas para acessar diferentes mercados. Nosso objetivo é criar condições para que elas transformem essas conexões em oportunidades concretas e sustentáveis de negócios”, afirma Pâmella Jerônimo de Lima, coordenadora de Negócios do Sistema OCB. Fenacce reúne 12 cooperativas de nove estados  Realizada de 4 a 13 de setembro, no Centro de Eventos do Ceará, em Fortaleza, a Fenacce conta com um estande exclusivo de 84 m² do Sistema OCB. O espaço reúne 12 cooperativas de artesanato de nove estados: Arteza (PB), Bordana (GO), Coopercrutac (RN), Cobarts (RN), Coomajt (PB), Dedo de Gente (MG), Turiarte (PA), Mulheres de Barro (PA), Cooperartban (AL), Coopervej (CE), Luz e Arte (MA) e Copamart (AM).  No estande, o público encontra diferentes expressões do artesanato cooperativo brasileiro, com bordados, cerâmicas, cestarias, esculturas em ferro e barro, itens de decoração, peças artesanais e alimentos. A diversidade representa técnicas, culturas e tradições das regiões Norte, Nordeste, Centro-Oeste e Sudeste.  Além da exposição e comercialização dos produtos, as cooperativas participam de visitas técnicas orientadas à Central de Artesanato do Ceará (CeArt) e ao Centro das Rendeiras da Prainha de Aquiraz. As atividades foram estruturadas para estimular a observação de práticas, soluções e formas de organização que possam ser adaptadas posteriormente à realidade de cada cooperativa.   A metodologia segue o percurso de observar, perguntar, aprender e identificar o que pode ser incorporado aos negócios. A proposta é fazer com que a participação na feira vá além da comercialização imediata e contribua também para aprimorar gestão, posicionamento e estratégias de mercado.A Fenacce se consolidou como uma importante plataforma para o setor. Em 2025, foram 390 estandes, mais de 2,5 mil artesãos e aproximadamente 41 mil visitantes. A edição registrou ainda expectativas superiores a R$ 24 milhões em negócios para os meses seguintes. De Fortaleza para o mercado internacional  Enquanto cooperativas apresentam seus produtos ao mercado brasileiro no Ceará, outra frente da estratégia ocorre na França. Com apoio do Sistema OCB, Comart (RN), Copamart e Turiarte participam da Jornada Exportadora do Artesanato – Paris 2026. Copamart e Turiarte também participam como expositoras da Maison & Objet.  A programação começou, na segunda-feira (7), com um seminário dedicado ao mercado francês. Os debates abordaram regras e canais de comercialização, tendências de consumo, posicionamento e estratégias para alcançar consumidores franceses de alto padrão.   Na terça-feira (8), a delegação participou de visitas técnicas a espaços comerciais e de design, entre eles Galeries Lafayette, Galerie Brazil Modernist, Le Bon Marché e Sinara Boutique. Já na quarta-feira (9), as cooperativas tiveram um dia dedicado às rodadas de negócios com potenciais compradores.   Nesta quinta-feira (10), a agenda chegou à Maison & Objet, uma das principais vitrines internacionais dos segmentos de decoração, design e lifestyle. A programação prevê visita à feira, encontro da delegação no Pavilhão da ApexBrasil, cerimônia oficial de abertura do Pavilhão Brasileiro e visita guiada.   Para Jessica Alencar Dias, analista de Negócios Internacionais do Sistema OCB, a iniciativa tem um impacto que ultrapassa a própria comercialização dos produtos. “Para o artesanato brasileiro, acessar o mercado internacional é especialmente estratégico porque amplia as possibilidades de geração de renda e, ao mesmo tempo, valoriza produtos que carregam identidade, cultura, design e a história dos territórios onde são produzidos”, descreve.   Ainda segundo ela, os resultados estão diretamente relacionados ao propósito do cooperativismo. “Quando uma cooperativa conquista um novo mercado, o resultado não fica concentrado em uma única pessoa. Ele chega aos cooperados, às suas famílias e movimenta economicamente as comunidades locais”, acrescenta.   Outro ponto destacado pela analista é o impacto da abertura de mercados para as mulheres, que têm forte presença nas cooperativas de artesanato. “Ampliar as oportunidades comerciais dessas cooperativas significa também contribuir para a autonomia econômica de muitas mulheres, para a geração de renda e para o desenvolvimento dos territórios onde elas vivem. Por isso, apoiar a internacionalização dessas cooperativas é, para o Sistema OCB, uma forma muito concreta de promover negócios e desenvolvimento local ao mesmo tempo”,  conclui.   Negócio fechado   Os primeiros resultados da Jornada já começaram a aparecer. Para a Comart, cooperativa do Rio Grande do Norte especializada em bordados artesanais, a rodada resultou em um negócio fechado com uma compradora da Grécia e abriu perspectivas de negociações com Portugal e Bélgica. “As reuniões foram bem proveitosas. Estou muito feliz com o resultado, com um negócio fechado com a compradora da Grécia e mais dois possíveis em andamento cm Portugal e Bélgica”, relatou a presidente Jailma Araújo.  Segundo ela, os compradores demonstraram interesse tanto nas peças, quanto na forma como são produzidas. “Eles mostraram interesse e curiosidade no processo de desenvolvimento dos nossos produtos, na variedade de pontos e nas texturas únicas”.  A Comart trabalha com bordados produzidos inteiramente à mão, reunindo técnicas tradicionais e máquinas de costura acionadas a pedal. A produção inclui peças para cama, mesa e banho, decoração e moda. Os bordados produzidos na região contam ainda com Indicação Geográfica (IG) concedida pelo Instituto Nacional da Propriedade Industrial (INPI), reconhecimento relacionado à origem e às características do trabalho artesanal local.  Novos produtos  A Copamart, de Manaus (AM), também saiu das reuniões com perspectivas de continuidade das negociações. Compradores solicitaram imagens de outros produtos da cooperativa para avaliar aquisições e, em alguns casos, sinalizaram o envio de desenhos e referências para o desenvolvimento de peças exclusivas. “A Rodada de Negócios foi muito boa para nós. Tivemos a oportunidade de apresentar nossos produtos, entender melhor o que os compradores europeus procuram e receber retornos muito importantes sobre o potencial do nosso trabalho”, afirmou a presidente da cooperativa, Terezinha Lira.  Para ela, os contatos feitos em Paris demonstram que há espaço para o artesanato da cooperativa na Europa, embora as conversas ainda estejam em estágio inicial. “Como ainda estamos no começo das negociações, é cedo para falar em valores fechados, mas saímos da rodada com ótimos contatos e portas abertas para continuar essas conversas depois”, completou.   Fundada em 2011 e sediada em Manaus, a Copamart reúne 14 artesãs e produz biojoias, acessórios de moda e itens de decoração utilizando fibras naturais, sementes, madeira, têxteis e materiais reciclados.  Identidade amazônica   Também presente na Jornada, a Turiarte levou à Europa peças produzidas por mulheres de comunidades da região do Rio Arapiuns, no Pará. “O feedback foi muito positivo. Os compradores destacaram principalmente a identidade do nosso artesanato, o colorido das peças e o fato de trabalharmos com princípios de comércio justo. Isso mostrou para nós que existe, sim, potencial para os produtos da Turiarte no mercado europeu”, contou Natália Dias, presidente da cooperativa.   Um dos sinais positivos surgiu depois da própria rodada. Uma lojista indicou os produtos e compartilhou o contato da cooperativa com outros comerciantes que não haviam participado das reuniões. Para Natália, a experiência também permitiu identificar os ajustes necessários para avançar no comércio exterior. “Além das reuniões de negócios, estamos tendo a oportunidade de conhecer melhor o mercado internacional, trocar experiências e entender o que precisamos aprimorar para estar cada vez mais preparados para exportar nossos produtos, inclusive em questões práticas, como embalagem, logística e envio das peças”, explicou.  Fundada em 2015 às margens do Rio Arapiuns, no Pará, a Turiarte nasceu da união de sete comunidades e da força de 70 mulheres. Atualmente, reúne mais de 130 mulheres, que encontram no trabalho artesanal com a palha de tucumã uma fonte de renda, autonomia econômica e preservação da cultura local. Fonte: Sistema OCB
Cooperativas de artesanato ampliam mercados do Ceará a Paris
10/09/2026

Sistema OCERN anuncia vencedores do ReconheceCoop 2026

  O Sistema OCERN tem a honra de anunciar os quatro vencedores do ReconheceCoop 2026, programa criado para incentivar e valorizar cooperados e colaboradores de cooperativas que investem continuamente na qualificação profissional por meio da plataforma de ensino a distância CapacitaCoop. Na categoria destinada aos cooperados, foram contempladas Rita de Cássia Bento da Silva, da Coopedu, e Fernanda Rose Rocha Dantas, da Multicoop. Entre os colaboradores, os vencedores foram Luiza Nepomuceno de Oliveira, da Coopanest/RN, e Everaldo Alves de Souza, do Sicredi/RN. A seleção considerou o desempenho dos participantes na plataforma CapacitaCoop. Foram premiados aqueles que concluíram o maior número de cursos entre 1º de janeiro e 31 de agosto de 2026, conforme os critérios estabelecidos no regulamento do programa. Como premiação, os quatro vencedores participarão do WCM 2026 – World Coop Management, considerado um dos maiores congressos de liderança e estratégia do cooperativismo da América Latina. O evento será realizado nos dias 19 e 20 de outubro, em Belo Horizonte, Minas Gerais. A experiência permitirá que os participantes acompanhem debates, tendências e práticas relacionadas à gestão, à liderança e ao desenvolvimento das cooperativas.Incentivo à capacitação contínua O ReconheceCoop foi lançado com o objetivo de estimular a busca permanente pelo conhecimento e reconhecer as pessoas que utilizam a educação como ferramenta de desenvolvimento profissional e fortalecimento do cooperativismo potiguar. A iniciativa também reforça o papel da CapacitaCoop como uma importante plataforma de qualificação para cooperados, dirigentes e colaboradores. Por meio dela, os participantes têm acesso gratuito a cursos voltados a diferentes áreas da gestão e da atuação cooperativista. Ao reconhecer os participantes com melhor desempenho, o Sistema OCERN reafirma seu compromisso com o desenvolvimento técnico, gerencial e estratégico das cooperativas do Rio Grande do Norte, valorizando quem aprende, evolui e contribui diariamente para tornar o cooperativismo cada vez mais forte.
Sistema OCERN anuncia vencedores do ReconheceCoop 2026
03/09/2026

Portfólio de Soluções amplia atuação do Sistema OCB com escala e estratégia local

Oferta sistêmica reúne soluções nacionais e estaduais para apoiar o desenvolvimento das cooperativas  Nem toda cooperativa enfrenta os mesmos desafios. Enquanto uma pode estar em busca de novas oportunidades de mercado, outra precisa avançar em gestão, qualificar suas lideranças, investir em inovação ou estruturar ações de sustentabilidade. Para responder a essa diversidade e, ao mesmo tempo, dar mais escala à atuação do Sistema OCB, foi estruturado o Portfólio Sistêmico de Soluções, desenvolvido em conjunto com as Organizações Estaduais. O portfólio organiza a oferta do Sistema OCB a partir das necessidades identificadas no dia a dia das cooperativas. A construção está alinhada às diretrizes do 15º Congresso Brasileiro do Cooperativismo (CBC) e busca facilitar a conexão entre os desafios encontrados e as soluções capazes de apoiar cada etapa da jornada de desenvolvimento. O material funciona como um mapa das possibilidades oferecidas pelo sistema. “Os diagnósticos indicam pontos de melhoria e oportunidades de atuação. Depois dessas constatações, o próximo passo é o desenvolvimento do plano de ação para a cooperativa baseado no portfólio sistêmico e também no estadual, para operacionalizar o que for necessário ao seu desenvolvimento. O portfólio ajuda justamente a enxergar esse conjunto e a compor o plano considerando tudo que é ofertado”, explica Débora Ingrisano, gerente de Desenvolvimento de Cooperativas do Sistema OCB. Nove eixos para diferentes necessidades A versão atual do Portfólio de Soluções está organizada em nove eixos: Dados e Inteligência, Capacitação, Cultura, Gestão, ESG, Negócios, Inovação, Representação e Comunicação. A divisão permite visualizar, de forma integrada, diferentes dimensões do desenvolvimento de uma cooperativa. A oferta contempla tanto as necessidades que estão “porta para dentro” da cooperativa — como informações e diagnósticos, capacitações, gestão, negócios, sustentabilidade e inovação — quanto as possibilidades do ambiente externo, na perspectiva de “porta para fora”. Nesse campo, estão as frentes de representação institucional e governamental, além da comunicação e divulgação do cooperativismo para a sociedade. Dentro desses grandes grupos, a cooperativa pode encontrar soluções individuais ou programas, que combinam diferentes iniciativas em formato de jornada. Isso permite uma atuação mais conectada às necessidades identificadas. Uma cooperativa que pretende ampliar sua atuação no mercado, por exemplo, pode precisar trabalhar simultaneamente aspectos de gestão, capacitação, inovação e cultura. Da mesma forma, uma iniciativa voltada à sustentabilidade pode envolver diagnóstico, soluções de ESG e ações de gestão. Escala nacional, conhecimento local A atuação conjunta do Sistema OCB e das Organizações Estaduais é um dos diferenciais do portfólio. A organização nacional da oferta permite ganho de escala em razão do compartilhamento de recursos, conhecimentos, experiências e soluções, evitando esforços duplicados e ampliando a capacidade de atendimento às cooperativas. Essa atuação sistêmica também contribui para alinhar discursos e fortalecer a representação do cooperativismo. Com uma visão comum sobre prioridades e soluções, as entidades que integram o sistema podem levar posicionamentos mais coordenados à sociedade, aos governos e a outros organismos nacionais e internacionais. Outro ganho está na comparabilidade e consolidação de dados. A adoção de sistemas e referências comuns facilita a obtenção e o uso das informações, permitindo que as cooperativas sejam avaliadas com base em parâmetros semelhantes e que o sistema tenha uma visão mais consistente sobre as necessidades do cooperativismo. O resultado é uma base mais estruturada para a tomada de decisão, a defesa de interesses e o desenvolvimento de projetos voltados às necessidades reais das cooperativas e de seus cooperados. Mas a escala nacional não significa uma oferta padronizada para todos. As Organizações Estaduais tem papel estratégico na definição das prioridades e na construção das jornadas, porque conhecem de perto as características, os desafios e as oportunidades de cada território. “O papel da OCE é fundamental porque ela conhece de perto as cooperativas do seu estado. É esse olhar que permite transformar um conjunto amplo de possibilidades em um plano de ação ou jornada, acompanhando a evolução da cooperativa. Esse atendimento consultivo está no nosso mantra: o que? Para quem?”, destaca Débora. Essa combinação entre uma oferta sistêmica e a leitura das realidades locais fortalece também o ecossistema cooperativista. O sistema se relaciona com parceiros, instituições de apoio ao desenvolvimento, universidades, fornecedores, organismos internacionais, governos, reguladores e outros atores que fazem parte do ambiente em que as cooperativas estão inseridas. O portfólio também muda a lógica de utilização das soluções. Em vez de escolher uma iniciativa de forma isolada, a proposta é compreender primeiro onde a cooperativa está, aonde quer chegar e quais obstáculos precisa superar. Por isso, dados e diagnósticos tem papel importante no início da jornada. A partir deles, entram capacitações, soluções especializadas e programas capazes de responder aos desafios encontrados. A combinação pode variar de acordo com o momento e os objetivos de cada cooperativa. Essa visão permite que a oferta acompanhe a evolução da organização. Uma necessidade identificada em um diagnóstico pode levar a uma capacitação e, posteriormente, à adoção de uma solução específica de gestão, inovação ou ESG, por exemplo. Um portfólio em movimento O Portfólio de Soluções não é um catálogo definitivo. Ele está em permanente construção e atualização, acompanhando as transformações do cooperativismo e o surgimento de novas demandas. As necessidades das cooperativas mudam, novos desafios aparecem e outras soluções passam a fazer parte da atuação do Sistema OCB e das Organizações Estaduais. Manter a oferta organizada e atualizada, portanto, também é parte do processo de desenvolvimento. Para Débora, essa característica é essencial. “O cooperativismo está em movimento e as nossas soluções também precisam estar. O portfólio é uma fotografia do que temos hoje, mas, ao mesmo tempo, é uma ferramenta para pensarmos no que as cooperativas vão precisar amanhã”, conclui. A lógica é combinar escala e integração, sem perder de vista as particularidades de cada território. Assim, o portfólio transforma uma oferta ampla de soluções em caminhos mais coordenados para apoiar o desenvolvimento das cooperativas.
Portfólio de Soluções amplia atuação do Sistema OCB com escala e estratégia local
03/09/2026

Demandas do coop sobre a Reforma Tributária são levadas ao governo

  Agendas com o vice-presidente da República e ministro trataram de ajustes na regulamentação do IBS e da CBS  O Sistema OCB levou ao governo federal, nesta quarta-feira (02), as principais sugestões do cooperativismo com a regulamentação da Reforma Tributária do Consumo. Em agenda com o vice-presidente da República, Geraldo Alckmin, e outra com o ministro da Fazenda, Dário Durigan, a presidente executiva do Sistema OCB, Tania Zanella, apresentou pontos considerados importantes para garantir que as novas regras preservem o tratamento tributário específico das cooperativas.  As agendas contaram com a participação do deputado federal Arnaldo Jardim (SP), presidente da Frente Parlamentar do Cooperativismo (Frencoop), e foram articuladas pelo deputado federal Sergio Souza (PR).  As reuniões ocorreram no contexto da regulamentação do IBS e da CBS, após a publicação do Decreto 12.955/2026 e da Resolução CGIBS 6/2026. O Sistema OCB defende ajustes no texto para assegurar que as regras previstas na Lei Complementar 214/2025 sejam mantidas e aplicadas de forma adequada ao modelo cooperativista.  Entre as preocupações apresentadas estão questões relacionadas às cooperativas de crédito e seus associados, regras de acesso das cooperativas ao regime específico de cooperativas, à dinâmica de transferência de créditos entre cooperados e cooperativas, à manutenção de créditos em operações com alíquota zero e ao tratamento tributário das cooperativas de saúde. Também foram discutidas regras para aplicações financeiras realizadas pelas cooperativas de crédito com recursos dos associados.  Para Tania, a regulamentação precisa considerar as características próprias do cooperativismo e evitar que exigências administrativas ou interpretações restritivas criem custos adicionais para as cooperativas e seus cooperados. “O cooperativismo tem um tratamento específico reconhecido pela legislação e nosso papel é garantir que esse princípio seja preservado na regulamentação, conforme aprovado na Lei Complementar. Estamos dialogando com o governo para construir soluções que deem segurança jurídica às cooperativas sem criar custos ou obrigações que não estejam previstos na legislação”, afirmou.  Cooperativas de crédito  Um dos principais pontos apresentados pelo Sistema OCB envolve o acesso pleno das cooperativas de crédito ao regime específico de cooperativas previsto na Reforma Tributária. A preocupação é que a regulamentação limite esse tratamento nas operações realizadas com associados que não são contribuintes regulares do IBS e da CBS, perfil que representa grande parte dos cooperados.  Segundo a entidade, uma interpretação restritiva pode aumentar o custo de tarifas, comissões e outros serviços oferecidos aos associados, além de afetar a atuação das cooperativas em municípios onde a presença do sistema financeiro tradicional é menor.  O Sistema OCB também propõe maior clareza sobre o tratamento das aplicações financeiras feitas com recursos próprios das cooperativas, dos associados e de recursos públicos vinculados às atividades de crédito.  “A Reforma Tributária é uma mudança estrutural para o país e, por isso, é fundamental que sua regulamentação seja construída com diálogo e atenção às particularidades dos diferentes setores. O cooperativismo quer contribuir para esse processo, com propostas objetivas e alinhadas ao que foi aprovado pelo Congresso”, destacou Tania.
Demandas do coop sobre a Reforma Tributária são levadas ao governo
03/09/2026

Meia do Sol Sicredi deverá reunir mais de 20 mil atletas em Natal

Evento reforça o compromisso da instituição financeira cooperativa com saúde, bem-estar e integração comunitária A Meia Maratona do Sol Sicredi, maior corrida de rua do Norte-Nordeste e um dos principais eventos esportivos do Brasil, será realizada nos dias 19 e 20 de setembro, em Natal, com largada e chegada na Arena das Dunas. A edição de 2026 será a primeira após a Meia do Sol ser declarada Patrimônio Cultural Imaterial do Rio Grande do Norte, por meio da Lei Estadual nº 12.599/2025. Com expectativa de reunir mais de 20 mil atletas, o evento tem patrocínio da Sicredi RN. As inscrições, encerradas ontem, 31 de agosto, garantiram aos associados do Sistema Sicredi de todo o Brasil 15% de desconto. Para o presidente da Sicredi RN, Damião Monteiro, o apoio à Meia do Sol está alinhado ao papel que a instituição busca exercer nas comunidades onde está presente. “O cooperativismo vai além da atividade financeira e também se traduz em iniciativas que promovem qualidade de vida, integração e desenvolvimento. Ao apoiar a Meia do Sol, incentivamos a prática esportiva e o bem-estar, ao mesmo tempo em que contribuímos para fortalecer um evento que já conquistou um lugar especial na identidade de Natal e do Rio Grande do Norte”, afirma. A programação inclui provas de 21 km, 10 km e 5 km, além da Meia do Sol Sicredi Kids, no dia 20 de setembro, voltada às crianças e às famílias. A prova de 21 km é oficial, e conta com o selo Road Race Label, que classifica as melhores corridas de rua do mundo com base em rigorosos padrões de qualidade, uma certificação internacional emitida pela World Athletics e válida para o ranking mundial de competições. Ao todo, serão distribuídos mais de R$ 115 mil em premiações. O evento também mantém os desafios especiais, que permitem aos participantes disputar as provas de 5 km ou 10 km no sábado e a meia maratona no domingo. Além das provas, a programação inclui a Expo Meia do Sol Sicredi, com feira esportiva e entrega de kits aos atletas inscritos. A programação começa em 17 de setembro e segue por quatro dias. Após receber mais de 60 mil visitantes na edição passada, a Expo deve superar 80 mil visitantes neste ano, ampliando a programação esportiva e a experiência dos participantes e do público na capital potiguar. CONFIRA OS PERCURSOS PERCURSO 21KDomingo, 20 de setembro de 2026 | Meia Maratona – 21,097 km21 km – Categoria Elite Masculino e Feminino: largada única, das 4h50 às 4h5421 km – Categoria PCD: largada única, das 4h55 às 4h5921 km – Categoria Geral: Onda 1, das 5h às 5h05; Onda 2, das 5h10 às 5h15; Onda 3, das 5h20 às 5h25 PERCURSO 10KSábado, 19 de setembro de 2026 | 10 km10 km – Categoria PCD: largada única, das 17h às 17h0410 km – Categoria Geral: Onda 1, das 17h05 às 17h10; Onda 2, das 17h15 às 17h20; Onda 3, das 17h25 às 17h35 PERCURSO 5KSábado, 19 de setembro de 2026 | 5 km5 km – Categoria PCD: largada única, das 15h30 às 15h345 km – Categoria Geral: Onda 1, das 15h35 às 15h40; Onda 2, das 15h45 às 15h50; Onda 3, das 15h55 às 16h05
Meia do Sol Sicredi deverá reunir mais de 20 mil atletas em Natal
03/09/2026

Sistema OCERN realiza encontro entre cooperativas e candidatos ao governo no RN

Diálogo, participação e compromisso com o futuro do Rio Grande do NorteO Sistema OCERN realizou, nesta segunda-feira (31), o Encontro das cooperativas Potiguares com os candidatos mais bem posicionados nas pesquisas ao Governo do Rio Grande do Norte, no Hotel Barreira Roxa, em Natal.Em um ambiente democrático, apartidário e propositivo, representantes das Cooperativas potiguares acompanharam as propostas apresentadas pelos candidatos Robério Paulino, Cadu Xavier, Allyson Bezerra (representando pelo vice Hermano Morais) e Álvaro Dias (representado pelo vice Babá Pereira).O encontro também possibilitou a apresentação das principais demandas e prioridades do cooperativismo, fortalecendo o diálogo sobre a contribuição das Cooperativas para o desenvolvimento econômico e social do estado.Ao promover essa aproximação, o Sistema OCERN reafirma seu compromisso com a representação institucional do setor e com a construção de políticas públicas que reconheçam o cooperativismo como uma força estratégica para o futuro do Rio Grande do Norte.
Sistema OCERN realiza encontro entre cooperativas e candidatos ao governo no RN
24/08/2026

Pesquisa com participação do Sistema OCERN será apresentada em encontro latino-americano no Chile

Estudo aprovado para o XIV EILAC analisa práticas ESG no cooperativismo e será apresentado pela professora e pesquisadora Eliane Saturnino Césa, com apoio do Sistema OCERN Uma pesquisa desenvolvida com a participação de representantes do Sistema OCERN foi aprovada para apresentação no XIV Encontro de Pesquisadores Latino-Americanos em Cooperativismo (EILAC). O evento será realizado nos dias 3 e 4 de novembro de 2026, na Escola de Sociologia da Universidade Central do Chile, em Santiago. Intitulado “ESG e sustentabilidade no Cooperativismo: práticas, geração de valor e transformação social em uma revisão sistemática da literatura”, o trabalho será apresentado presencialmente pela professora e pesquisadora Eliane Saturnino Césa, que participará do encontro com o apoio do Sistema OCERN. Entre os coautores estão o superintendente do Sistema OCERN, Bruno Portela Alves, e a analista de desenvolvimento de cooperativas do Sescoop/RN, Ravenna Maria de Melo Souza. A pesquisa também é assinada por Luciana Gondim de Almeida Guimarães, Cristine Hermann Nodari, Laís Karla da Silva Barreto, Carpeggiani Gomes Monteiro de Andrade e Ermínia Medeiros Macêdo Dantas. O artigo integra o eixo temático “Território, Sustentabilidade e Transformação Social em Tempos de Policrise” e analisa como as práticas ambientais, sociais e de governança — conhecidas pela sigla ESG — vêm sendo incorporadas às organizações, com atenção especial às características e contribuições do modelo cooperativista. Pesquisa analisou 68 estudos científicos Para a realização do trabalho, os pesquisadores conduziram uma revisão sistemática da literatura científica publicada entre 2004 e 2026. As buscas foram realizadas nas bases Scopus, Web of Science e ScienceDirect, além de uma pesquisa complementar no Google Acadêmico direcionada a estudos sobre Cooperativismo. Dos 804 registros inicialmente identificados, 68 artigos foram selecionados para compor a análise final. A pesquisa mapeou 31 categorias de práticas ESG: dez relacionadas à dimensão ambiental, nove à dimensão social, dez à governança e duas consideradas transversais. A governança foi a dimensão com maior presença nos estudos analisados, aparecendo em 94,1% do conjunto pesquisado. Em seguida estão as questões ambientais, presentes em 88,2% dos trabalhos, e as sociais, identificadas em 80,9%. Entre as práticas ambientais, ganharam destaque temas como mudanças climáticas, controle de emissões e descarbonização. Na dimensão social, os estudos abordaram principalmente o relacionamento com públicos de interesse, diversidade, educação, participação e desenvolvimento comunitário. Já na área de governança, sobressaíram transparência, conformidade, gestão de riscos e integração do ESG à estratégia das organizações. Especificidades do Cooperativismo O estudo aponta que princípios e práticas próprios do cooperativismo, como participação democrática, interesse pela comunidade, inclusão financeira e desenvolvimento local, possuem forte relação com a agenda ESG. Os resultados indicam que a incorporação do ESG às estruturas de governança e às relações com cooperados e comunidades pode fortalecer os modelos de negócio cooperativos. Essa integração amplia a capacidade das cooperativas em contribuir para a transição ecológica, a inclusão, o desenvolvimento territorial e a geração de valor econômico, social, ambiental e institucional. A participação no XIV EILAC também aproxima a produção acadêmica da atuação institucional desenvolvida pelo Sistema OCERN, favorecendo a circulação de conhecimentos e o intercâmbio de experiências com pesquisadores e representantes do movimento cooperativista de outros países. Sobre o EILAC Com o tema “Cooperativas em tempos de policrise”, o XIV Encontro de Pesquisadores Latino-Americanos em Cooperativismo reunirá pesquisadores, gestores, cooperativistas e representantes de organizações sociais e políticas. Realizado a cada dois anos em diferentes países da América Latina, o EILAC é reconhecido como um dos principais espaços científicos multidisciplinares dedicados ao Cooperativismo. O encontro promove o compartilhamento de pesquisas, experiências e metodologias voltadas ao fortalecimento da Economia Social e Solidária na região.
Pesquisa com participação do Sistema OCERN será apresentada em encontro latino-americano no Chile
14/08/2026

Documentário resgata histórias de pioneiros do coop brasileiro

Produção do Ano CulturaCoop reúne memórias de lideranças que ajudaram a construir o movimento no país  A história do cooperativismo brasileiro é feita principalmente de pessoas. Lideranças que dedicaram décadas ao movimento, ajudaram a estruturar cooperativas, participaram da criação de entidades e contribuíram para que a cooperação chegasse a diferentes regiões e setores do país. Para preservar essas trajetórias e aproximá-las das novas gerações, o Sistema OCB lançou, nesta terça-feira (11), durante a Semana de Competitividade 2026, o documentário Pioneiros do Cooperativismo Brasileiro. A produção integra o Ano CulturaCoop, iniciativa que trabalha a cultura cooperativista a partir de três perspectivas: passado, presente e futuro. Dentro desse eixo, o projeto de memória audiovisual registra relatos e experiências de pessoas que ajudaram a construir o cooperativismo brasileiro ao longo das últimas décadas. Pioneiros do cooperativismo homenageadosPioneiros do cooperativismo homenageados O documentário reúne momentos marcantes das entrevistas realizadas com os pioneiros, além de registros em ambientes ligados às suas trajetórias. A proposta é transformar essas histórias em um patrimônio de memória para o movimento e também em conteúdo que possa ser utilizado nas soluções do CulturaCoop, especialmente na frente dedicada ao legado.  “Pioneiros do Cooperativismo Brasileiro registra diferentes capítulos de uma trajetória coletiva. São histórias de liderança, organização e participação que ajudam a contar como o cooperativismo ganhou espaço no Brasil e chegou à dimensão que tem hoje”, destaca o presidente do Conselho de Administração do Sistema OCB, Márcio Lopes de Freitas.        Homenageados Imagem do documentário Entre os homenageados estão quatro lideranças reconhecidas por sua contribuição ao cooperativismo em âmbito nacional e estadual: Roberto Rodrigues, pioneiro do cooperativismo nacional; Ronaldo Scucato, em Minas Gerais; Malaquias Oliveira, em Pernambuco; e Américo Utumi, em São Paulo. A trajetória de Utumi ganha um significado especial no documentário, que também se constitui como um registro em sua memória e preserva sua contribuição para a história do cooperativismo brasileiro.  O documentário também registra a trajetória de pioneiros que se destacaram em diferentes ramos do movimento: Jânio Stefanello (Infraestrutura), Nilson Luiz May (Saúde), Dorival Bartzike (Transporte), Hercílio Schmitt (Consumo), Margaret Garcia (Trabalho), Moacir Krambeck (Crédito), e José Aroldo Gallassini (Agropecuário).  As histórias mostram como o cooperativismo se desenvolveu em diferentes frentes. Roberto Rodrigues, por exemplo, teve atuação como líder do movimento, professor e ex-ministro da Agricultura, com forte presença nos debates sobre produção agrícola, agronegócio e políticas públicas. Já Américo Utumi teve participação importante na organização da representação cooperativista paulista e nacional e na articulação que antecedeu a promulgação da Lei Nacional do Cooperativismo, em 1971.  No âmbito dos ramos, as trajetórias também revelam diferentes formas de contribuição. Jânio Stefanello está ligado à expansão da energia elétrica e da conectividade no meio rural. Nilson Luiz May construiu sua carreira no cooperativismo médico. Moacir Krambeck dedicou mais de seis décadas ao ramo Crédito e à defesa da intercooperação. Já Gallassini está à frente de uma das principais referências do cooperativismo agroindustrial brasileiro.  Memória que olha para o futuro  O projeto parte de uma ideia simples: conhecer quem veio antes ajuda a entender o que o cooperativismo é hoje e a pensar os caminhos que ainda serão construídos. Por isso, o registro das memórias não se limita a uma homenagem. Ele também funciona como ferramenta de educação e formação para as próximas gerações.  Ao preservar relatos, documentos e experiências, o Ano CulturaCoop busca manter vivas referências que podem inspirar dirigentes, cooperados, profissionais e educadores. A iniciativa também apresenta, na prática, uma das propostas da solução LegadoCoop: cuidar da memória como parte da continuidade do movimento.  O lançamento durante a Semana de Competitividade dá ainda mais significado à homenagem. O maior evento anual do Sistema OCB reúne representantes do cooperativismo de todo o país e cria o ambiente para que essas histórias sejam compartilhadas com quem vive o presente e participa da construção do futuro do movimento. 
Documentário resgata histórias de pioneiros do coop brasileiro
14/08/2026

Cooperativas do RN participam da Semana de Competitividade 2026

Comitiva potiguar reuniu representantes do Sistema OCERN e de 11 Cooperativas em três dias de debates sobre cultura, governança, comunicação e relacionamento com os cooperados O cooperativismo potiguar esteve representado na Semana de Competitividade 2026, realizada entre os dias 11 e 13 de agosto, no Centro Internacional de Convenções do Brasil (CICB), em Brasília. Promovido pelo Sistema OCB, o evento reuniu cerca de 800 participantes de todo o país em torno do tema “Cultivando a Cultura Cooperativista”. A comitiva do Rio Grande do Norte foi liderada pelo presidente do Sistema OCERN, Eduardo Gatto, e pelo superintendente Bruno Portela, acompanhados da assessora Ericarla Menezes e da analista Ravenna Melo. Também participaram representantes da Coopefarma, Coopmed, Uniodonto/RN, Sicredi RN, Sicoob Potiguar, CNH, Coopercon/RN, Coopanest/RN, Coopedu, Cultural e Unimed Natal. A presença de diferentes ramos e áreas de atuação ampliou a troca de experiências e permitiu aos participantes conhecer práticas adotadas por Cooperativas de várias regiões do país. Durante os três dias, a programação reuniu palestras, painéis, salas temáticas e laboratórios sobre identidade cooperativista, governança, educação, comunicação, experiência do cooperado, memória institucional, liderança, diversidade, legado e sucessão. Para o presidente do Sistema OCERN, Eduardo Gatto, a participação potiguar reforça o compromisso com o desenvolvimento permanente das Cooperativas do estado. “A Semana de Competitividade proporciona uma troca qualificada de experiências e nos convida a refletir sobre aquilo que diferencia o cooperativismo de outros modelos econômicos. Levamos deste encontro conhecimentos e ferramentas que podem contribuir para fortalecer a identidade, a gestão e o relacionamento com os cooperados. O desafio, agora, é transformar esses aprendizados em ações concretas no Rio Grande do Norte”, destacou. Cultura como diferencial No encerramento, a presidente executiva do Sistema OCB, Tania Zanella, defendeu que o crescimento do cooperativismo brasileiro deve estar acompanhado do fortalecimento de sua cultura e de uma conexão mais efetiva entre Cooperativas, cooperados e os princípios do movimento.  Atualmente, o cooperativismo brasileiro reúne 29 milhões de cooperados. De acordo com um dos dados apresentados durante o evento, nos últimos sete anos aproximadamente 6 mil pessoas ingressaram, em média, por dia nas Cooperativas do país. Para Tania, o avanço dos indicadores econômicos e sociais aumenta a responsabilidade das organizações em preservar as características que tornam o modelo cooperativista singular. “O nosso modelo é a nossa diferença, é o que nos faz únicos”, afirmou. A presidente executiva ressaltou que esse trabalho precisa começar dentro das próprias organizações, fortalecendo entre dirigentes, colaboradores e cooperados o conhecimento sobre o cooperativismo e o orgulho de fazer parte do movimento. A partir dessa base, as Cooperativas estarão mais preparadas para ampliar a compreensão da sociedade sobre sua contribuição para o desenvolvimento econômico e social. Tania também convocou os participantes a transformar o conteúdo debatido durante a Semana de Competitividade em iniciativas práticas. Segundo ela, o encerramento do evento representa o início de uma nova etapa de mobilização nas Organizações Estaduais e nas Cooperativas. Aprendizados para o cooperativismo potiguar Como parte dessa estratégia, o Sistema OCB anunciou a criação da Comunidade CulturaCoop, rede que conectará agentes de cultura e outros profissionais do cooperativismo brasileiro. O ambiente será destinado ao compartilhamento de materiais, comunicados, experiências e boas práticas, mantendo a articulação entre os participantes após o evento. A participação na Semana de Competitividade contribui para que o Sistema OCERN e as Cooperativas potiguares ampliem referências e identifiquem soluções que possam ser adaptadas às diferentes realidades do estado. Com o encerramento da programação, a comitiva retorna ao Rio Grande do Norte com o compromisso de disseminar os conhecimentos adquiridos e estimular práticas capazes de fortalecer a cultura, a identidade e a competitividade do cooperativismo potiguar.
Cooperativas do RN participam da Semana de Competitividade 2026
14/08/2026

Sistema OCB lança livro Raízes e Fundamentos do Cooperativismo

Obra reforça a importância da preservação da memória e o fortalecimento da cultura cooperativista  O primeiro dia da Semana de Competitividade 2026, nesta terça-feira (11), foi marcado pelo lançamento do livro Raízes e Fundamentos do Cooperativismo – volume 1. Legado, da Trilogia Cultura Cooperativista, obra traça um histórico da evolução do movimento, explicando as origens do pensamento cooperativista e as experiências protocooperativistas, que culminaramCapa do livro lançado pelo Sistema OCBCapa do livro lançado pelo Sistema OCB com a constituição do modelo atual contemplando valores, princípios e práticas que compreendem mais de 360 anos e que permanecem atuais. O lançamento ocorreu durante a palestra As raízes do Coop e a memória institucional, conduzida por Carolina Kuk, fundadora da Raiz Projetos e Pesquisas de História, com participação de Débora Ingrisano, gerente de Desenvolvimento de Cooperativas e Eduardo Queiroz, gerente de Relações Institucionais do Sistema OCB.   “O livro nasce de uma grande responsabilidade: transmitir a cultura cooperativista para as milhões de pessoas que fazem parte desse movimento. Ao revisitar nossa trajetória, buscamos compreender os valores e princípios que nos trouxeram até aqui e mantê-los vivos para as próximas gerações. Esta é a primeira obra de uma trilogia que conecta passado, presente e futuro e reforça que preservar nossa cultura é também preparar o que ainda vamos construir juntos”, afirmou Débora.   Ao revisitar acontecimentos, personagens e marcos históricos, a obra demonstra que a cultura cooperativista é resultado de uma construção coletiva, continuamente fortalecida pelas pessoas que fazem parte desse modelo de negócios.  Organizado em cinco capítulos, o livro percorre diferentes momentos da evolução do cooperativismo. O primeiro resgata as experiências de cooperação ao longo da história, passando pelas raízes filosóficas do movimento, pelas primeiras iniciativas cooperativas e pela experiência de Rochdale, na Inglaterra, reconhecida como marco do cooperativismo moderno. Também apresenta a expansão do modelo pelo mundo até sua chegada ao Brasil.  Na sequência, a publicação aborda o desenvolvimento do cooperativismo brasileiro, com destaque para a organização institucional do movimento, a atuação de lideranças que contribuíram para sua consolidação e a evolução da legislação voltada ao setor. O capítulo também apresenta o papel desempenhado pelo Sistema OCB na representação e no fortalecimento das cooperativas em todo o país.  Um dos principais eixos da obra é a cultura cooperativista. O livro mostra que ela vai além do conhecimento sobre os sete princípios ou da adoção de práticas de gestão. Trata-se de um conjunto de valores, símbolos, formas de relacionamento e comportamentos que orientam o dia a dia das cooperativas e fortalecem sua identidade.   Outro tema de destaque é a preservação da memória cooperativista. A publicação evidencia que cuidar da memória é, antes de tudo, um ato estratégico e dessa forma incentiva iniciativas que mantenham viva a trajetória das cooperativas.  O último capítulo apresenta as principais correntes de pensamento que influenciaram a formação do cooperativismo ao longo do tempo e relaciona esses fundamentos aos desafios contemporâneos enfrentados pelas cooperativas. A proposta é mostrar que compreender as origens do movimento é indispensável para que ele continue inovando sem perder sua essência.  Para o presidente do Conselho de Administração do Sistema OCB, Márcio Lopes de Freitas, o lançamento representa mais um passo na valorização da memória institucional do cooperativismo brasileiro. “Ao reunir conhecimento histórico, reflexão conceitual e referências sobre cultura cooperativista em uma única publicação, o livro amplia o acesso a conteúdo fundamental para dirigentes, lideranças, colaboradores, pesquisadores e todos aqueles que desejam aprofundar seu entendimento sobre esse modelo de negócios”, afirma. 
Sistema OCB lança livro Raízes e Fundamentos do Cooperativismo
31/07/2026

AnuárioCoop 2026: cooperativismo chega a 29 milhões de cooperados

Levantamento registra crescimento do quadro social e movimentação de R$ 848,7 bilhões em ingressos  O cooperativismo brasileiro manteve sua trajetória de expansão em 2025 e alcançou resultados que reforçam sua relevância para a economia e para o desenvolvimento das comunidades. O Anuário do Cooperativismo Brasileiro 2026 (AnuárioCoop), divulgado pelo Sistema OCB nesta sexta-feira (31), mostra que o país chegou à marca de 29 milhões de cooperados, crescimento de 12,5% em relação ao ano anterior, o equivalente a 13,6% da população brasileira.  Além da expansão do quadro social, o desempenho econômico do setor confirma sua capacidade de gerar riqueza e desenvolvimento. As cooperativas brasileiras movimentaram R$ 848,4 bilhões em ingressos, crescimento de 12% em relação ao ano anterior. O patrimônio do setor alcançou R$ 1,6 trilhão em ativos, alta de 14,9%, enquanto as sobras distribuídas aos cooperados chegaram a R$ 61,3 bilhões, crescimento de 14,2%. O capital social integralizado atingiu R$ 122,7 bilhões, e o setor recolheu R$ 20,4 bilhões em tributos.  Os dados também apontam a retomada do crescimento no registros de novas cooperativas. O resultado foi impulsionado pela criação de 302 novas cooperativas, um avanço de 37,3% em comparação ao ano anterior. O ramo Agropecuário liderou esse movimento, com o maior número de novos registros, enquanto a Região Nordeste concentrou a maior quantidade de cooperativas abertas.  A presença do cooperativismo também segue capilarizada pelo território nacional. Em 2025, cooperativas mantiveram atuação em 3.425 municípios brasileiros e fortaleceram o acesso da população a serviços financeiros, assistência à saúde, produção agropecuária, transporte, infraestrutura e outros segmentos essenciais.  "Os números do Anuário mostram que o cooperativismo continua crescendo de forma consistente porque entrega resultados concretos para as pessoas. Cada novo cooperado representa alguém que escolheu participar de um modelo baseado na cooperação, na geração compartilhada de riqueza e no desenvolvimento das comunidades. O crescimento econômico das cooperativas demonstra que é possível conciliar competitividade, inclusão e prosperidade”, destaca a presidente executiva do Sistema OCB, Tania Zanella.  Momentos antes da divulgação oficial, o Sistema OCB reuniu jornalistas de diferentes veículos de comunicação para apresentar os principais resultados do levantamento. Os dados foram detalhados por Tania e pela gerente geral de Negócios, Clara Maffia, que contextualizaram o desempenho do cooperativismo brasileiro em 2025 e destacaram os indicadores de crescimento, geração de riqueza, expansão do quadro social e impacto econômico do setor.  Mais empregos e fortalecimento da economia  O levantamento também mostra que o cooperativismo continua a ampliar sua contribuição para o mercado de trabalho. Em 2025, as cooperativas registraram 613.375 empregos diretos, crescimento de 6,1% em relação ao ano anterior. O desempenho supera, com ampla margem, o ritmo de expansão observado na força de trabalho brasileira no mesmo período.  As mulheres permanecem como maioria entre os empregados das cooperativas e representam 53% do total de trabalhadores do setor. O ramo Agropecuário, por sua vez, segue como o maior empregador do cooperativismo brasileiro, concentrando 277 mil postos de trabalho, o equivalente a 45,2% dos empregos do setor. Em seguida aparecem os ramos Saúde, com 162 mil empregados, e Crédito, com 134 mil.  Crédito impulsiona expansão do quadro social  O Anuário evidencia que as cooperativas de crédito continuam a desempenhar papel decisivo na ampliação do cooperativismo brasileiro. Atualmente, quase oito em cada dez cooperados pertencem ao ramo Crédito, que reúne 22,96 milhões de pessoas, crescimento de 14,1% em um ano.  A expansão acompanha o fortalecimento da presença das cooperativas financeiras no país, conforme os dados divulgados pelo Banco Central sobre o Sistema Nacional de Crédito Cooperativo (SNCC). Em 2025, aumentou o número de municípios onde a cooperativa de crédito é a única instituição com atendimento presencial. São 1.072 municípios em que essas organizações ampliam o acesso da população a serviços bancários e ao crédito, especialmente em localidades de menor porte.  Além disso, o SNCC ampliou sua participação no mercado financeiro e alcançou 8% da carteira de crédito e 9,8% dos depósitos do Sistema Financeiro Nacional (SFN), consolidando sua posição entre os segmentos que mais crescem no país.  Agro lidera receitas  O ramo Agropecuário manteve a liderança entre os segmentos do cooperativismo em geração de riqueza. Em 2025, respondeu por 57,4% dos ingressos de todo o setor, com movimentação financeira de R$ 487,3 bilhões. Também registrou o maior número de novas cooperativas abertas no período.  Além de permanecer como o maior empregador, as cooperativas agropecuárias se destacam pela disponibilização de mais de 10,7 mil profissionais de assistência técnica e extensão rural para seus cooperados.  Crescimento espalhado pelo país  Embora o Sudeste continue concentrando o maior número de cooperativas, o Anuário registra mudanças na distribuição regional. O Nordeste passou a ocupar a segunda posição nacional em quantidade de cooperativas, ultrapassando a Região Sul. Entre unidades da Federação, Minas Gerais permanece com o maior número absoluto de cooperativas em atividade (755).  A mudanças na distribuição tem como principal indutor o aumento de novas cooperativas no Nordeste, com total de 81 novos registros, destacando principalmente os estados de Alagoas, Bahia, Ceará, Pernambuco e Rio Grande do Norte. A região Norte aparece na sequência com 69 novos registros, destaque para os estados do Pará e Amapá.  "O Anuário confirma uma tendência que observamos há alguns anos: o cooperativismo cresce em escala, amplia sua participação na economia e fortalece seu impacto nas comunidades. São resultados que demonstram a capacidade das cooperativas de gerar renda, emprego, crédito, produção e desenvolvimento em todas as regiões do Brasil", complementa Tania.  Destaques do AnuárioCoop 2026  29 milhões de cooperados (+12,5%);   4.400 cooperativas em atividade;   302 novas cooperativas registradas em 2025;   Presença em 3.425 municípios;   613.375 empregos diretos (+6,1%);   R$ 848,7 bilhões em ingressos (+12%);   R$ 1,6 trilhão em ativos (+14,9%);   R$ 61,3 bilhões em sobras distribuídas aos cooperados;   R$ 122,7 bilhões em capital social integralizado;   R$ 20,4 bilhões em tributos recolhidos. Confira o infográfico com os principais dados do Anuário.
AnuárioCoop 2026: cooperativismo chega a 29 milhões de cooperados
31/07/2026

Unimed Natal ultrapassa marca de 200 mil beneficiários e reforça crescimento sustentável no RN

Marco histórico reflete a confiança dos clientes e o trabalho conjunto de colaboradores, médicos cooperados, equipe de Mercado e corretoras parceiras A Unimed Natal alcançou um marco histórico ao ultrapassar a marca de 200 mil beneficiários, consolidando sua posição como a maior operadora de planos de saúde do Rio Grande do Norte. O resultado representa a confiança de milhares de famílias que escolheram a cooperativa para cuidar da saúde e reafirma uma trajetória de crescimento sustentável pautada na excelência da assistência. A conquista é fruto do trabalho integrado de colaboradores, médicos cooperados, equipe de Mercado e corretoras parceiras, que atuam diariamente para ampliar o acesso à saúde de qualidade e fortalecer a presença da Unimed Natal em todo o estado. Mais do que um indicador de crescimento, a marca de 200 mil vidas simboliza o compromisso permanente da cooperativa com o cuidado, a inovação e a experiência dos seus clientes. Com quase cinco décadas de atuação no Rio Grande do Norte, a Unimed Natal vem ampliando sua rede assistencial, investindo em tecnologia, qualificação e novos serviços para atender às necessidades da população e acompanhar a evolução da saúde suplementar. “Ultrapassar a marca de 200 mil beneficiários é uma conquista que pertence a todos que fazem a Unimed Natal. Esse resultado reflete a confiança dos nossos clientes e o compromisso diário dos colaboradores, médicos cooperados, equipe de Mercado e parceiros, que trabalham com dedicação para oferecer uma assistência cada vez mais qualificada e humanizada. Recebemos essa marca com orgulho, mas, principalmente, com a responsabilidade de continuar evoluindo para cuidar cada vez melhor das pessoas”, destaca o diretor-presidente da Unimed Natal, Dr. Márcio Rêgo.
Unimed Natal ultrapassa marca de 200 mil beneficiários e reforça crescimento sustentável no RN
31/07/2026

Sicredi RN mobiliza voluntários para mais uma edição do Dia C

Campanha incentiva a cooperação e a solidariedade em benefício de pessoas em situação de vulnerabilidade social A Sicredi RN abriu, no dia 27 de julho, mais uma edição do Dia C – Dia de Cooperar. A campanha de arrecadação ficará aberta até 29 de agosto, quando ocorre o Dia C, data em que os donativos serão entregues às instituições sociais parceiras. A iniciativa mobiliza colaboradores e associados voluntários em todo o Rio Grande do Norte, fortalecendo um ciclo de cooperação e solidariedade em benefício de pessoas em situação de vulnerabilidade social. Durante o período de campanha, os associados podem levar doações de alimentos a qualquer agência da Sicredi RN no estado. Na edição do ano passado, a campanha arrecadou cerca de 9 toneladas de donativos, que beneficiaram abrigos de idosos, lares de crianças em situação de vulnerabilidade, associações de acolhimento a pessoas com deficiência e comunidades periféricas dos municípios onde a cooperativa está presente. O Dia C integra o Movimento Nacional de Voluntariado do Sistema Sicredi, que busca inspirar, mobilizar e impulsionar iniciativas capazes de fortalecer as comunidades locais. "A essência do cooperativismo é cuidar das pessoas e construir soluções coletivas. Convidamos todos os nossos associados a participar de mais uma edição do Dia C, levando sua doação a qualquer agência da Sicredi RN no estado. Cada gesto de solidariedade fortalece essa corrente de cooperação e ajuda a transformar a realidade de quem mais precisa do nosso apoio", afirma o presidente da Sicredi RN, Damião Monteiro.
Sicredi RN mobiliza voluntários para mais uma edição do Dia C
31/07/2026

Expresso Moto Cooperativa amplia serviços com entregas por carro

A Expresso Moto Cooperativa ampliou sua atuação no mercado de entregas rápidas com o lançamento de um novo serviço de frete realizado por carro. A iniciativa atende à demanda por transporte de volumes e mercadorias que ultrapassam a capacidade de carga das motocicletas. Especializada em entregas por motofrete, a cooperativa passa a oferecer uma solução complementar para pessoas físicas, empresas e estabelecimentos comerciais que precisam transportar encomendas maiores com agilidade, segurança e confiança. O novo serviço está disponível para toda a cidade, com fretes a partir de R$ 80. Os interessados podem solicitar informações e agendar as entregas pelo WhatsApp (84) 98831-8723 ou pelo telefone (84) 3615-1690. Com a ampliação, a Expresso Moto Cooperativa diversifica seu portfólio e fortalece a atuação dos motofretistas cooperados, acompanhando as necessidades do mercado e oferecendo novas possibilidades de atendimento aos clientes.
Expresso Moto Cooperativa amplia serviços com entregas por carro
17/07/2026

Governo publica MP que cria condições para renegociação de dívidas rurais

Medida cria linhas de crédito para produtores atingidos por eventos climáticos e comerciais adversos; Sistema OCB acompanhou as tratativas no Congresso e no Poder Executivo  O governo federal publicou, nesta quarta-feira (15), a Medida Provisória (MP) 1.376/2026, que cria instrumentos de financiamento para renegociação de dívidas rurais. O texto autoriza a criação de linhas de crédito especiais para produtores e cooperativas agropecuárias, na qualidade de produtor rural, que tiveram perdas de safra provocadas por eventos climáticos extremos ou por quedas expressivas nos preços de comercialização de seus produtos.  O Sistema OCB acompanhou de forma permanente as tratativas conduzidas entre o governo federal, o Congresso Nacional,  a Frente Parlamentar do Cooperativismo (Frencoop) e a Frente Parlamentar da Agropecuária (FPA) ao longo da negociação do texto, e defendeu em seus pleitos, soluções que garantissem segurança jurídica, preservação do acesso ao crédito e atendimento às necessidades das cooperativas agropecuárias, de crédito e dos produtores cooperados.  A entidade também reconhece o papel dos parlamentares da Frencoop e da FPA nas negociações, com menção especial à senadora Tereza Cristina (MS) e aos deputados Pedro Lupion (PR), Arnaldo Jardim (SP) e Alceu Moreira (RS), que atuaram na defesa dos interesses do cooperativismo mesmo diante dos desafios enfrentados ao longo do processo que resultou na Medida Provisória.  "O texto não é o ideal, não contempla todos os pontos que defendemos, mas é fruto da busca pelo entendimento neste momento e traz avanços possíveis para a atual situação. Os produtores rurais cooperados possuirão novos instrumentos para renegociarem suas dívidas e as cooperativas agropecuárias poderão participar na qualidade de produtor rural. As cooperativas de crédito terão isonomia, e poderão operar nas mesmas condições das demais instituições financeiras. Agora, vamos atuar para que a regulamentação apresente a forma de participação das cooperativas agropecuárias que não foram definidas na MP e para que a implementação seja rápida e chegue efetivamente aos produtores cooperados que dela precisam", afirmou a presidente executiva do Sistema OCB, Tania Zanella.  O Sistema OCB destaca que os efeitos práticos da medida como prazos, taxas e condições operacionais só poderão ser avaliados com precisão após a regulamentação dos instrumentos previstos no texto encaminhado pelo Ministério da Fazenda ao Poder Legislativo. A entidade continuará acompanhando essa etapa junto aos órgãos responsáveis. Fonte: Sistema OCB
Governo publica MP que cria condições para renegociação de dívidas rurais
17/07/2026

Sicredi leva educação financeira às comunidades no RN

A educação financeira é um dos pilares do Sistema Sicredi, que aposta na disciplina e na organização como caminhos para uma vida financeira mais equilibrada. Como parte desse compromisso, a Sicredi Rio Grande do Norte realiza gratuitamente palestras de sensibilização voltadas a adultos e crianças de 6 a 9 anos. Por meio do programa Cooperação na Ponta do Lápis, a iniciativa tem ampliado seu alcance no estado. Em 2025, foram atendidas mais de 50 empresas, com a realização de 70 palestras em Natal e no interior. Para 2026, a meta é expandir ainda mais o número de ações e pessoas atendidas. Em âmbito nacional, o programa já alcançou mais de 54 milhões de pessoas, com cerca de 17 mil ações realizadas e impacto direto em aproximadamente 900 mil participantes por meio de cursos e oficinas. A iniciativa busca estimular hábitos financeiros mais conscientes, ajudando as pessoas a organizarem melhor seus recursos e a desenvolverem uma relação mais saudável com o dinheiro. Ao fortalecer a educação financeira, o programa contribui para a construção de comunidades mais sustentáveis e prósperas. Para o presidente da Sicredi RN, Damião Monteiro, o impacto vai além do indivíduo. “Quando as pessoas passam a tomar decisões financeiras mais conscientes, toda a comunidade se beneficia. O planejamento financeiro é essencial para escolhas mais seguras em relação ao consumo, à poupança e aos investimentos”, afirma. Os conteúdos gratuitos de orientação financeira estão disponíveis em: cursos.sicredi.com.br
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