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Mossoró
Logo após, a equipe seguiu para Mossoró onde teve reuniões com sócios da Cooperativa dos Produtores da Agrovila Paulo Freire - Agropaf, também com a Cooperativa de Agricultores Familiares do Assentamento São Romão – Romãocoop e com cooperados da Cooperativa Reciclando Para a Vida, a Cooperacrevi.
Apodi
Já na cidade de Apodi, a equipe da OCERN visitou a Cooperativa Potiguar de Apicultura e Desenvolvimento Rural Sustentavel (Coopapi), a Cooperativa da Agricultura Familiar de Apodi (Cooafap) e a Cooperativa da Agricultura Familiar de Novo Pingos e Vale do Assu (Coopingos).
Ainda em Apodi, os técnicos atenderam um grupo de trabalhadores interessados em constituir uma cooperativa do Ramo Produção. “Nosso trabalho com este grupo foi apresentar o assessoramento (Resolução 001/2021) o qual consiste em diversas ações para fins de constituição de cooperativa. O grupo assistido é formado por trabalhadores ambulantes. Coube-nos orientar o grupo tomando por base a Lei 5.764/71, expondo direitos, deveres e responsabilidade dos integrantes, por se tratar de um empreendimento coletivo o qual requer das pessoas empreender de forma solidaria e democrática. Informamos também dos custos iniciais e documentos formais exigidos”, explicou o consultor Assis Silva.

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Em seu discurso, o presidente Márcio Lopes de Freitas trouxe uma reflexão global sobre as características do cooperativismo que fazem dele uma alternativa que alia ganho econômico, desenvolvimento social e prosperidade para todos. “Onde tem a presença do cooperativismo as polarizações e insatisfações estão sendo mitigadas. Os países que melhor resistem as dificuldades são os que têm o modelo de negócios bem implantado. No Brasil também temos avançado porque organizamos e geramos a mercadoria mais escassa da modernidade que é a confiança. Reunimos pessoas que acreditam na mesma ideia”, declarou.
E salientou a importância da agenda institucional para que o movimento alcance suas metas, principalmente a estabelecida para 2027 que prevê o aumento da movimentação financeira para R$ 1 trilhão e do número de cooperados para 30 milhões. “Para atingirmos nossa meta precisamos de um ambiente político e regulatório favorável. Por isso, nosso marco zero entre as prioridades é a inclusão do adequado tratamento tributário ao ato cooperativo no escopo do texto da Reforma Tributária em discussão no Congresso”, relatou. Ele também agradeceu aos parlamentares da Frencoop pelo apoio contínuo ao movimento e aos representantes do governo federal pela abertura ao diálogo que o Sistema OCB tem encontrado nas tratativas com ministros, secretários e outros dirigentes.
Para o vice-presidente Geraldo Ackmin, a meta de R$ 1 trilhão será atingida e superada. “Tenho certeza que o cooperativismo vai ultrapassar a sua ambiciosa meta em geração de emprego e faturamento do cooperativismo. Quem ganha é o povo brasileiro. Notei a preocupação para que não haja bitributação em relação ao ato cooperativo. Me somo a essa frente do desenvolvimento através do cooperativismo para trabalharmos juntos. O cooperativismo é uma alternativa importante para o ganho de escala e agregação de valor a produtos e serviços e, por isso, precisa ser incentivada”, destacou.
Já o ministro Paulo Teixeira destacou a importância das cooperativas na agricultura familiar. E declarou que o governo está atuando para o fortalecimento do movimento com o Programa de Aquisição de Alimentos (PAA), com a destinação de R$ 500 mil para compra e doação destes alimentos para pessoas em situação de insegurança alimentar; e o Programa Nacional de Alimentação Escolar (Pnae), que recebeu aporte de R$ 1,5 milhão para corrigir em 37% o valor para alimentação de crianças e adolescentes. “Muitas cooperativas participam destes programas e quero destacar o papel delas também na difusão de tecnologias e agregação de valores e modernização da agricultura brasileira”.
O ministro acrescentou que as cooperativas são essenciais para a modernizar a agricultura com equipamentos e ferramentas tecnológicas. “Para manter nossa juventude no campo, precisamos ampliar a conectividade e avançar na implementação da energia solar. Tenho certeza que as cooperativas têm muito a contribuir nessas áreas, pois esta é a forma mais elevada de difundir essa cultura”, concluiu.
Paulo Souza, por sua vez, evidenciou a expressiva contribuição do cooperativismo de crédito. “O cooperativismo integra a agenda estratégica do Banco Central em sua dimensão e inclusão financeira, mas também contribui fortemente para outras dimensões presentes na nossa vida como a competitividade, a educação e a sustentabilidade. Nos últimos quatro anos o ativo total do sistema cooperativo saltou de R$ 250 bilhões para R$ 600 bilhões, um crescimento de 140%. Neste mesmo período, os ativos do sistema financeiro aumentaram cerca de 57%. O cooperativismo tem um percentual de inadimplência bem abaixo da média do mercado e tem relevância crescente na oferta de créditos para as empresas de menor porte”, avaliou.
O diretor salientou outros números estimulantes do cooperativismo que beneficia, por consequência, o sistema financeiro com o um todo. “A carteira de crédito das cooperativas encerrou dezembro de 2022 com a marca de R$ 370 milhões, crescendo 22%. A título de comparação, o restante do sistema financeiro foi inferior a 14%. O cooperativismo de crédito representa 21% dos créditos concedidos a micro e pequenas empresas. Atualmente as cooperativas estão presentes em 55% dos municípios e em 331 desses são as únicas instituições financeiras da região. O número de cooperados alcançou 15,6 milhões de pessoas, em 2022. Um crescimento de 43%, em apenas três anos”.
O evento contou ainda com a participação do secretário de Inclusão Socioeconômica do Ministério do Trabalho e Emprego (MTE), Gilberto Carvalho; do secretário executivo do MDIC, Márcio Rosa; e do secretário de Abastecimento, Cooperativismo e Soberania Alimentar do MDA, Milton Fornazieri.
Demandas
Além da inclusão do adequado tratamento tributário ao Ato Cooperativo no texto da Reforma Tributária (PEC 45/19), a Agenda Institucional prioriza, entre outros temas, a regulamentação da Lei Complementar 196/22, que atualizou o Sistema Nacional de Crédito Cooperativo (SNCC); a aprovação da proposta que amplia a participação das cooperativas no mercado de seguros (PL 519/18); maior segurança jurídica para as cooperativas participarem de processos de licitação; melhores condições no acesso ao crédito rural a produtores rurais e cooperativas; e valorização das cooperativas na política de conectividade no campo (PL 1.303/22).{gallery}1757{/gallery}
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Realizada no formato semipresencial, a AGO aconteceu no auditório do Sistema OCERN e teve transmissão pela internet. O Presidente Roberto Coelho apresentou as ações realizadas pela entidade no ano de 2022, destacando a atuação político-institucional, projetos da Organização e acordos de cooperação institucional firmados com diversos parceiros.
“Nós apresentamos o que fizemos e o que vamos fazer, bem como as questões orçamentárias. Até o ano de 202 nós tivemos ainda dificuldades por causa da pandemia e, somente em 2022, que começamos a retomar a normalidade. E nós acreditamos que, em 2023, novos acordos e projetos serão desenvolvidos para que possamos fortalecer ainda mais o cooperativismo do Rio Grande do Norte”, destacou Roberto Coelho.
Houve ainda uma apresentação da importância da utilização do Carimbo SomosCoop, criado com o objetivo de fortalecer a identidade do modelo de negócios cooperativista e aproxima a sociedade de todos os benefícios de comprar e usar serviços de cooperativas.
Participaram representantes da Coopetro Energia, Cooern, Coopercrutac, Cerpal, Fecoern, Coafs Seridó, Coopagro, Coopterra, Natalcoop Entregas, Coopefarma, Coopbens, Uniodonto RN, Coopex, Cooptagran, Cerpil, Cooperativa Cultural, Saúde Coop, Cerpol e Núcleo de Representação Cooperativista do Seridó.{gallery}1762{/gallery}
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Para marcar o lançamento da nova loja cooperada, a Coopefarma promoveu uma manhã/tarde de serviços gratuitos para a população. A coop disponibilizou serviço de aferição de glicemia, pressão arterial, peso e massa corpórea, além de orientação à saúde por meio de uma parceria com técnicos, farmacêuticos e bioquímicos da própria unidade da cooperativa. Foram registrados 280 atendimentos durante o evento.
Já em Canguaretama, a cooperativa realizou a reinauguração da unidade Coopefarma na cidade, localizada na praça Augusto Severo, 68 Centro, sob a liderança do empresário João Paulo Medeiros Fagundes. Lá também foram disponibilizados os mesmos serviços oferecidos em Natal, além de degustação de produtos vitamínicos, com 120 atendimentos registrados.
Com as inaugurações, a Coopefarma soma 48 lojas, sendo 08 na capital e 40 espalhadas em várias regiões do Rio Grande do Norte.{gallery}1791{/gallery}
A assessora Jurídica do Sistema OCB, Ana Paula abordou os impactos que o cooperativismo poderá sofrer caso o adequado tratamento tributário ao ato cooperativo deixe de ser contemplado no escopo do texto. O consultor tributário da OCB, João Caetano Muzzi Filho Muzzi, por sua vez, explicou a regra tributária aplicada ao coop e frisou que a grande preocupação do movimento é a possibilidade de duplicidade na incidência de impostos – tanto na cooperativa quanto no cooperado.
“Essa sistemática poderá inviabilizar esse modelo societário que está calcado na dignidade da pessoa humana, no trabalho, na solidariedade e igualdade de condições, apoio mútuo, e desenvolvimento social, visando o fortalecimento dos seus associados. Atualmente 8% dos brasileiros são cooperados e caso o ato cooperativo não seja respeitado, o modelo poderá ser desestimulado gerando grande injustiça social”, declarou.
O deputado Fábio Garcia (MT) perguntou sobre como o cooperado seria prejudicado com a reforma. O consultor usou o exemplo das cooperativas do Ramo Trabalho que, como as demais, seriam lesadas com o modelo IVA [Imposto sobre Valor Agregado] caso não tenham suas peculiaridades respeitadas.
“O cooperado perde a partir do momento em que a cooperativa paga o que não deve e repassa uma produção/inclusão econômica menor do que o que realmente deveria repassar, quando consegue. Então, o cooperado perde a competitividade no mercado, uma vez que a cooperativa não tem condição, pelo custo fiscal exacerbado e ilógico, de ser sua representação sob o ponto de vista econômico. A cooperativa termina pagando muito mais do que uma sociedade comercial”, pontuou Muzzi.
O deputado Pedro Lupion (PR), coordenador do Ramo Agropecuário da Frencoop, destacou que apesar da reforma ainda representar um impasse, a atuação por um melhor entendimento continuará sendo feito pelos parlamentares. “Vamos continuar trabalhando para mostrar o nosso lado em busca do melhor entendimento para o cooperativismo e o agronegócio na reforma tributária”, disse.
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¨Para nós é de extrema importância conscientizar professores e alunos sobre a importância de cuidar da Saúde Mental. É uma oportunidade desfrutarmos de um espaço acolhedor para falar sobre emoções e sentimentos”, destacou Angelita Dias, coordenadora pedagógica da Cooepar.

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Além de incentivar a prática esportiva, a corrida tem como foco a saúde e a qualidade de vida dos participantes, fomentando a atividade física como aliada do cotidiano das pessoas como maneira de ajudar na melhoria da qualidade de vida e saúde de todos. “O nosso objetivo é o de incentivar a prática entre profissionais anestesiologistas e os cidadãos que buscam melhor qualidade de vida e a integração proporcionada pelo esporte”, explica o presidente da Coopanest, o médico Vinícius Luz.
A corrida terá duas categorias de 5km e 10km com largada e chegada na Arena das Dunas, em Natal. O evento conta com a instercooperação da Unimed Natal e Sicredi RN, além da parceria com a Divina Terra Natal, Mr. Chip, CCA Contabilidade Digital e Humanizada e STI Runner Assessoria Esportiva. Informações e o regulamento completo podem ser acessados no site www.ticketsports.com.br A Coopanest/RNEm 2023, A Coopanest/RN celebra 29 anos de atividade com um quadro de 300 cooperados. Profissionais médicos que confiam na cooperativa e que se dedicam a atender a população do Rio Grande do Norte com compromisso social e ético, seja nos serviços público ou privados de saúde.
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Os municípios do Rio Grande do Norte constituíram o COPIRN, na condição de Consórcio Público Intermunicipal multifinalitário, com a finalidade de firmar convênios, contratos e acordos de qualquer natureza, receber auxílios, contribuições e subvenções sociais ou econômicas de outras entidades e órgãos governamentais e privados, ser contratado pela administração direta ou indireta dos entes da Federação, dispensada a licitação, e administrar bens públicos destinados ao uso de suas finalidades institucionais.
Participaram representantes das coops: Coopanest/RN, CoopBrasil, Enove, Saúdecoop e Mais Vida Cooperativa.{gallery}1829{/gallery}
Houve ainda visitas no centro de treinamento e desenvolvimento de artesanato e trabalhos sociais mantido pela cooperativa, além do Memorial Renê Bertholet, um equipamento cultural inaugurado em 01 de maio de 2000, data em que se comemora o Dia do Trabalhador e, por coincidência, lembra o dia da morte, ocorrida no ano de 1969, do fundador da Cooperativa Pindorama, o franco-suíço Renné Bertholet.
Pindorama
A Cooperativa Pindorama tem mais de 60 anos de atividade e possui 30 mil hectares de áreas produtivas, localizadas entre os municípios de Penedo, Coruripe e Feliz Deserto. No entorno da cooperativa foi formada a colônia Pindorama, hoje um distrito de Coruripe com terras divididas em 1.400 lotes, distribuídos em 22 comunidades e com uma população de aproximadamente 30 mil habitantes.
Com aproximadamente 90% do total da área agricultável, os associados exploram diversas culturas agrícolas, com ênfase para a cana-de-açúcar e a fruticultura (abacaxi, acerola, maracujá, coco, goiaba etc.). Há ainda exploração pecuária bovina leiteira e de corte, que além da manutenção dos animais em regime de pasto, utiliza subprodutos da indústria de sucos e bagaço de cana hidrolisado e enriquecido, como suplemento alimentar.
Trilha Jovemcoop
O Trilha Jovemcoop é uma iniciativa do Sistema OCERN desenvolvida por meio do SESCOOP/RN, que tem por objetivo oportunizar conhecimentos necessários com vistas à atuação nas práticas colaborativas do cooperativismo, mercado e negócio, onde os conteúdos trabalhados durante a formação possibilitem ao jovem o desenvolvimento, autonomia e reflexão sobre a continuidade da prática cooperativista e o poder de contribuição que a geração jovem pode provocar.
A Turma Piloto do Projeto é realizada na cidade de São João do Sabugi, com apoio da Cooperativa Mista dos Agricultores Familiares do Seridó – Coafs Seridó.{gallery}1842{/gallery}