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Bordados produzidos pela Comart estarão nos uniformes dos atletas brasileiros nas Olimpíadas de 2024
O desfile, ao contrário do que costuma-se ver em aberturas de Olimpíadas, não será em estádio, mas pelo famoso Rio Sena. Os atletas estarão em barcos, com espectadores às margens e milhões de pessoas assistindo em todo o mundo.
O trabalho da Comart foi destaque em no Jornal Nacional desta terça-feira (12).

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Lançada em 24 de abril de 2020, inicialmente a ferramenta de ensino a distância idealizada pelo Sistema OCB disponibilizava apenas seis cursos. “Precisamos antecipar o lançamento para atender as necessidades do lockdown provocado pela pandemia da Covid-19. Por isso, optamos por começarmos o mais rápido possível, mesmo que com um catálogo reduzido. Nosso objetivo, no entanto, sempre foi o de crescimento e, nesse contexto, os investimentos são constantes para que possamos oferecer cada vez mais possibilidades de aprendizado aos usuários da plataforma”, acrescenta Claudia.
Os números da CapacitaCoop comprovam sua relevância. São mais de 68 mil usuários cadastrados na plataforma, e cerca de 60 mil matrículas concluídas. A média de satisfação com os cursos, apontada pelos alunos, é de 91%. Os temas abordados nas trilhas de aprendizagem são diversos e se relacionam ao cooperativismo, incluindo gestão, ESG, inovação, negócios, liderança, inteligência artificial, entre outros. O acesso aos cursos pode ser feito por meio de desktop, tablet ou celular, garantindo praticidade e flexibilidade aos usuários.
Alunos com vínculo com o cooperativismo representam 77% dos usuários. O percentual restante, ou seja 23%, são dos inscritos, são da comunidade, que buscam na plataforma uma maneira prática e qualificada para aprender sobre o as especificidades do modelo de negócios coop e outras habilidades importantes para a rotina de qualquer profissional.
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Tecnologias sustentáveis
Uma das principais tendências para 2024 é o desenvolvimento e adoção de tecnologias sustentáveis, ou seja, soluções digitais que impulsionem os resultados ESG. Nessa tendência, a simbiose entre inovação e ESG fica clara, com a criação de ferramentas que ajudem a operacionalizar ações de sustentabilidade ambientais, sociais e de governança, colocando a tecnologia a serviço de práticas empresariais mais responsáveis nas três dimensões. As soluções digitais com impulso ESG podem fornecer, por exemplo, novas formas de gerenciar ativos, melhorar o desempenho energético, garantir a rastreabilidade de produtos, ampliar o acesso a dados relevantes para a gestão dos negócios, entre outras possibilidades.Conexão para inovar
Uma oportunidade para as cooperativas nessa área é a conexão com as chamadas cleantechs, startups dedicadas ao desenvolvimento de tecnologias verdes. Segundo levantamento da Associação Brasileira de Startups (Abstartups), há cerca de 100 cleantechs ativas em todo o país, com soluções tecnológicas ligadas à qualidade do ar, energia limpa, agropecuária sustentável, eficiência energética, entre outras. Por meio da análise de dados qualificada, uso de inteligência artificial e algoritmos, as cleantechs podem desenvolver soluções tecnológicas capazes de aumentar a produtividade ao mesmo tempo em que reduzem desperdícios e minimizam o impacto ambiental dos processos, em um círculo virtuoso de sustentabilidade.Evolução das energias limpas
Mais de 85% da energia elétrica utilizada no Brasil vem de fontes renováveis, principalmente de geração hidrelétrica, segundo o Balanço Energético Nacional 2023. Além de ter uma das matrizes elétricas mais limpas do mundo, o país oferece muitas oportunidades de crescimento no setor de energias renováveis, o que representa uma grande vantagem competitiva em um cenário global que privilegia as soluções verdes e o desenvolvimento sustentável. Em uma tendência ESG para 2024, a transição rumo a uma matriz elétrica ainda mais renovável tende a ganhar força com o uso cada vez mais recorrente de fontes como eólica, solar, biomassa, biogás, além de pequenas hidrelétricas, que têm menos impacto ambiental que usinas de grande porte.Cooperativismo na vanguarda
O crescimento e a diversificação das fontes de energia limpa estão no radar das cooperativas brasileiras há muitos anos, e algumas delas são referência em tecnologias de produção e uso de energias renováveis. Além do impacto direto sobre o meio ambiente, a questão também se tornou um diferencial competitivo para os produtos com a marca coop. Em Bento Gonçalves (RS), a Cooperativa Vinícola Aurora – maior coop de produção de vinhos do Brasil – tem investido desde 2019 na transição energética e hoje só utiliza eletricidade proveniente de fonte limpa, totalmente renovável e que não agride o meio ambiente. Toda a energia que abastece as três plantas industriais da vinícola vem de usinas eólica, solar, de biomassa, e de Pequenas Centrais Hidrelétricas (PCHs) e Centrais Geradoras Hidrelétricas (CGHs).
A readequação energética da vinícola cooperativa é certificada por uma empresa de gestão de energia e reavaliada anualmente para validar a utilização de energia 100% renovável. Com a conversão da matriz energética, desde 2019, a Cooperativa Vinícola Aurora deixou de emitir na atmosfera 1.373 toneladas de dióxido de carbono (CO2), que provoca o aquecimento global. Apenas em 2022, foram 217 toneladas de CO2 a menos, um esforço equivalente à manutenção de uma floresta com 6 mil árvores.
Descarbonização da produção
O agravamento da crise climática, com eventos extremos registrados em várias partes do mundo, tem deixado claro que as respostas para frear o aquecimento do planeta têm de ser rápidas e em grande escala. Reduzir as emissões globais de dióxido de carbono (CO2) e outros gases de efeito estufa não é apenas uma missão ambiental, mas uma tarefa que está diretamente relacionada à sustentabilidade econômica. Na agricultura, por exemplo, frear o aquecimento global é fundamental para a sobrevivência dos negócios, porque a produção tem sido cada vez mais afetada por secas extremas ou chuvas fora do padrão.Menos carbono no coop
No cooperativismo, o ramo agropecuário é justamente um dos que mais se destaca na busca de soluções para descarbonizar a produção. Técnicas de agricultura de baixo carbono tem se difundido entre as coops, que aliam tecnologia e experiência no campo para garantir benefícios ambientais e ganhos de competitividade para os produtores cooperados. No Sul do Brasil, a Coopercampos – gigante cooperativista de cereais, sementes, insumos e agroindústria – aposta na inovação para reduzir emissões de CO2 em suas áreas de produção em Santa Catarina e no Rio Grande do Sul. Em parceria com a Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa), a cooperativa criou um programa para avaliar a qualidade de manejo dos solos e identificar as melhores oportunidades de retenção do carbono na terra, evitando a emissão do gás para a atmosfera. No projeto Clube do Carbono, a Copercampos incentiva seus cooperados a utilizar técnicas como o plantio direto na palha e outras práticas conservacionistas. No plantio direto, por exemplo, a semeadura é feita na palha da cultura anterior, sem a necessidade de queimar a área nem de revolvimento da terra, reduzindo a liberação de CO2. A incorporação da matéria orgânica ao solo também mantém a umidade e beneficia a nutrição das plantas, aumentando a produtividade.Transparência das ações climáticas
O compromisso com o enfrentamento da crise climática também requer a medição e divulgação das ações de combate do aquecimento global de maneira transparente e qualificada. Na hora de comunicar os indicadores ESG aos cooperados, consumidores e sociedade, há várias estratégias para compartilhar os resultados com credibilidade. A Organização das Nações Unidas (ONU), por exemplo, fornece parâmetros para medição e avaliação de estratégias corporativas de sustentabilidade a partir da relação com os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS), uma série de metas globais a serem alcançadas até 2030. A ferramenta mais comum para a comunicação de iniciativas ESG, incluindo as ações climáticas, são os relatórios de sustentabilidade. Em todo o mundo, o modelo mais usado para esse tipo de documento é o padrão GRI, sigla de Global Reporting Initiative, uma organização internacional sem fins lucrativos que fornece padrões com uma linguagem comum para as instituições comunicarem seus impactos.Relatórios cooperativistas
No Brasil, o padrão GRI é adotado por diversas cooperativas na demonstração de suas iniciativas de sustentabilidade, como a Frísia, a Cocamar, a Integrada Cooperativa Agroindustrial, a Coopercitrus, o Sicoob, o Sicredi e diversas cooperativas do Sistema Unimed, além de Organização Estaduais como o Sistema Ocemg, de Minas Gerais. Em outra frente de transparência das ações de combate ao aquecimento global, o Sistema OCB está trabalhando para disponibilizar uma ferramenta que auxilie as cooperativas na elaboração de seus inventários de gases de efeito estufa, um mapeamento de todas as emissões produzidas por elas. O inventário é o primeiro passo para identificar o potencial de redução de carbono em cada setor e definir investimentos mais assertivos.
Aumento da frota de carros elétricos
As vendas de carros elétricos no Brasil quase dobraram em 2023, com 93.927 emplacamentos em todo o país, com crescimento em todas as regiões, segundo a Associação Brasileira do Veículo Elétrico. Em 2024, janeiro também já registrou recorde de vendas, com 12.026 novos carros elétricos na rua.
Os números mostram o potencial da eletromobilidade como uma das principais tendências ESG para 2024 e projetam o aumento recorde da frota eletrificada até o fim do ano. A eletrificação da frota tem impactos ambientais diretos, com redução do uso de combustíveis fósseis, menos emissão de poluentes no ar e redução do nível de ruídos.
No Brasil, o setor de transporte é responsável por cerca de 45% das emissões CO2, principalmente pela utilização majoritária do modal rodoviário. Para se ter uma ideia, um caminhão de carga emite 77 quilos de gases de efeito estufa a cada 100 quilômetros rodados.
Caminhão elétrico cooperativista – Atenta à responsabilidade do segmento de transporte rodoviário de carga para mudar esse cenário, a Cooperativa de Transportadores Autônomos de Cargas e Passageiros da Região Metropolitana de Belo Horizonte (Coopmetro) começou a fazer a sua parte e colocou na rua o primeiro caminhão elétrico de sua frota. O veículo não depende de combustível, não gera poluição do ar nem sonora, e a energia elétrica usada no abastecimento é de fonte renovável, gerada em uma usina solar da cooperativa. O projeto de eletrificação da frota está em fase piloto e a Coopmetro pretende testar novos caminhões elétricos este ano.
Em outra contribuição coop para estimular o uso de veículos elétricos, a cooperativa gaúcha Certel Energia inovou ao instalar o primeiro posto para carregamento de carros elétricos do município de Teutônia, na região central do Rio Grande do Sul.
A falta de postos de recarga é um dos principais desafios para a ampliação do número de veículos elétricos no Brasil. De acordo com a Associação Brasileira do Veículo Elétrico (ABVE), há 3,8 mil eletropostos públicos ou semipúblicos em todo o país, mas a maior parte está concentrada nos grandes centros urbanos.
Buscador de tendências
Quer saber mais sobre tendências de inovação para 2024 e como elas podem aumentar a competitividade da sua cooperativa? Acesse agora o InovaCoop - plataforma de inovação do Sistema OCB - e comece o curso “Pesquisador de tendências”. A capacitação ensina a identificar e mapear tendências e a utilizar essas informações a favor do seu negócio.{gallery}2728{/gallery}
Sistema OCB
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O principal assunto foi o Conselho das Cidades (ConCidades), um órgão colegiado, deliberativo e consultivo, que faz parte do Ministério das Cidades e trata sobre a Política Nacional de Desenvolvimento Urbano (PNDU). O ConCidades conta com cinco comitês técnicos que subsidiam debates e promovem articulação com órgãos promotores de estudos, propostas e tecnologias relacionadas às políticas públicas. Dentre eles, o Comitê Técnico de Habitação, conta com a presença, entre seus membros, do analista de Relações Governamentais do Sistema OCB, João Pinheiro Valadares Penna. Já o Comitê Técnico de Mobilidade Urbana, tem como representante Marco Antônio, arquiteto e urbanista que colabora com a entidade.
Neste ano, o Comitê Técnico de Habitação atua para promover novas linhas de financiamento, como a ampliação das possibilidades de inclusão de imóveis para habitação de interesse social (HIS); o aprimoramento dos programas e ações empreendidas; e o trabalho social. Thayná Côrtes, analista do Sistema OCB, explicou que, dentre as diversas perspectivas de atuação, o CT vai incluir o cooperativismo como uma alternativa para a organização de projetos coletivos, com base na integração do Minha Casa Minha Vida (MCMV) com as demais políticas públicas. "O Sistema OCB entende que não basta somente construir uma casa. É prciso garantir também segurança, saúde e educação. O intuito da nossa proposta é integrar outras áreas e outros segmentos ao programa, bem como com o marco regulatório do cooperativismo", afirmou.
A Câmara também vai mobilizar, junto às Organizações Estaduais (OCEs), a missão de participação do movimento na 6ª Conferência das Cidades, com a presença de cooperativas desde as fases municipais, passando pelas estaduais até chegar a nacional. Para Marco Antônio, que trabalha no Concidades, o segmento habitacional é muito importante no que diz respeito ao trabalho feito com as pessoas. "É uma atividade diferente da que uma incorporadora faz quando conduz uma construção. Ela não lida com os moradores como o cooperativismo faz. Dentro do movimento, os moradores se reúnem e constroem um resultado social mais positivo", afirmou.
O diagnóstico apresentado analisou o histórico do segmento para identificar desafios e oportunidades e, também, mapear os problemas enfrentados pelas cooperativas. O documento, direcionado às cooperativas habitacionais e OCEs, tem como objetivo pensar e promover soluções eficazes para os problemas enfrentados no setor habitacional brasileiro. De acordo com o estudo, foi possível concluir que o maior empecilho do segmento será enfrentar o Ministério Público para questionar as jurisprudências que prejudicam as coops de habitação e, a maior oportunidade, será alcançar outras linhas do Programa Minha Casa Minha Vida.
Fonte: Sistema OCB
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O projeto de implantação da ferramenta Omnichannel na Central de Atendimento da Unimed Natal foi o grande vencedor do Prêmio Latam 2024, na categoria Líder em Estratégia Multicanal. Os vencedores da disputa foram anunciados em cerimônia realizada na Cidade do México, com participação de empresas do Brasil, Argentina, Colômbia, México e Paraguai.
Criado pela Aloic – Alianza Latinoamericana de Organizaciones para la Interacción con Clientes, o prêmio internacional é realizado anualmente e concorrem os vencedores das premiações nacionais. Do Brasil, participam as empresas que foram reconhecidas no Prêmio ClienteSA do ano anterior. Os cases são avaliados por um Corpo de Jurados, formado por especialistas do setor dos cinco países. O resultado ainda passa por uma auditoria para garantir a idoneidade da premiação.
“É um orgulho imenso para todos nos ver a Unimed Natal receber prêmios como esse, pois ele comprova a dedicação, cuidado e excelência que empenhamos em todos nossos processos, sejam eles assistenciais ou administrativos. Nesse caso, a Unimed Natal foi reconhecida internacionalmente por um serviço que utiliza a tecnologia para otimizar e melhorar o atendimento aos nossos clientes. É muito bom ter esse reconhecimento, pois ele nos coloca como referência no mercado nacional e internacional e o resultado principal é a entrega de um serviço cada vez mais eficiente aos nossos clientes”, declara o diretor-presidente da Unimed Natal, Dr. Fernando Pinto.
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O Dia de Cooperar, ou como é mais conhecido - Dia C, é o programa que une, celebra e dá visibilidade às ações de impacto socioambiental das cooperativas brasileiras. As ações são definidas e executadas pelas próprias cooperativas durante todo o ano, e contam com o apoio das Organizações Estaduais e Unidade Nacional do Sistema OCB na capacitação, divulgação e valorização das práticas. Todo ano, as Organizações Estaduais realizam um evento com foco comemorativo e de reconhecimento das ações realizadas pelas cooperativas. Um grande dia de celebração, no qual são ofertados à comunidade atendimentos e serviços voluntários, além de atividades com temas ligados à cultura, educação, responsabilidade socioambiental, saúde, esporte e lazer. Assim, mostramos à comunidade cooperativista e demais setores da sociedade, o potencial de atuação das cooperativas no campo da responsabilidade social, reforçando os valores do nosso modelo de negócios e incentivando a adesão de mais pessoas ao voluntariado cooperativista.{gallery}2763{/gallery}
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Fonte: Sistema OCB
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