Com apoio do Sistema OCB/PI, a Coop Assist veio a Natal para participar de um intercâmbio técnico com a Cooperativa de Trabalho e de Serviços de Enfermagem do RN (Coopern Enfermagem), para conhecer suas boas práticas de gestão e o programa de educação e formação na área de enfermagem. As colegas cooperativistas foram recepcionadas pelo presidente Marcelo Bessa e sua equipe. A visita foi intermediada pelo Sistema OCERN, que proporcionou um ambiente de troca de experiências entre as cooperativas.
Segundo Ivona Falcão, presidente da Coop Assist, o intercâmbio foi uma excelente oportunidade para aprender com as experiências da Coopern Enfermagem, especialmente em relação à gestão de cooperativas e aos programas de educação continuada. "Saímos de Natal muito inspiradas pelas boas práticas que vimos aqui e ansiosas para aplicar esse aprendizado em nossa cooperativa", destacou.
O Sistema OCERN reafirma seu compromisso com a promoção de parcerias que fortalecem o cooperativismo, criando espaços para o intercâmbio de conhecimento e inovação entre as cooperativas, e contribuindo para o desenvolvimento socioeconômico regional.
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Deputado Vinícius Carvalho (SP)[/caption]
O relator das matérias, deputado Vinicius Carvalho (SP), que também é membro da Frente Parlamentar do Cooperativismo (Frencoop), defendeu a aprovação dos Projetos de Lei Complementar com o texto que incorporou sugestões do Ministério da Fazenda, da Superintendência de Seguros Privados (Susep), do Sistema OCB e das entidades que atuam no setor securitário. “A medida estabelece um regime jurídico inclusivo e, ao mesmo tempo, consistente para o Sistema Nacional de Seguros Privados. Criamos condições para que as cooperativas e associações de proteção veicular e de benefícios mútuos possam dispor de maior segurança jurídica para sua atuação”, afirmou.
Ainda segundo o parlamentar, o mercado deve crescer muito com as novas regras. “Estamos muito felizes com o resultado aqui na Câmara e esperamos que o Senado aprecie com celeridade a proposta para avançarmos ainda mais. Vamos trabalhar para sensibilizar os senadores sobre a relevância dessas alterações legislativas, que beneficiam o setor de seguros, o cooperativismo e a sociedade como um todo", completou.
O deputado Arnaldo Jardim (SP), presidente da Frencoop, comemorou a conquista. "As cooperativas de seguros são uma realidade no mundo todo e, aqui no Brasil, têm potencial e um cenário produtivo para crescer no agro e outros setores de atividades. Elas chegam para ampliar a concorrência, a oferta e as possibilidades para que o setor produtivo possa atuar com mais tranquilidade", enfatizou.
O deputado Reginaldo Lopes (MG), membro da Frencoop, também destacou que a medida vai ajudar a proteger o patrimônio brasileiro. “Vai ampliar a poupança doméstica com a captação de recursos mais baratos no mercado, uma vez que prevê a redução de custos na oferta de produtos de seguros”, disse. “Quero parabenizar a OCB e todo o seu corpo técnico que contribuíram para construção do texto. Vamos trabalhar pela aprovação rápida no Senado. Essa é, com certeza, uma medida que contribuirá para que a economia do país volte a crescer”, completou.
O deputado Evair de Melo (ES), secretário-geral da Frencoop, celebrou: “Uma alegria poder comemorar o crescimento e o fortalecimento do cooperativismo em todo o Brasil. Democratizar e simplificar é permitir que o cooperativismo possa continuar contribuindo para o desenvolvimento econômico e social. A aprovação deste projeto demonstra a confiança do Parlamento no importante trabalho que o cooperativismo presta para todos nós”.
Para o deputado Vitor Lippi (SP), membro da diretoria da Frencoop, o cooperativismo vem mostrando um crescimento muito grande e merece mais esta conquista. “O cooperativismo é estratégico para os pequenos produtores rurais, os micro e pequenos empreendedores, fortalecendo o desenvolvimento no interior do país. Onde o cooperativismo entrou, a população ganhou com mais empregos, riqueza e melhores condições de trabalho. Por isso, só podemos comemorar esse resultado. A participação das cooperativas no mercado de seguros vai contribuir com novas oportunidades e melhores condições para a população brasileira”.
Também membro da Frencoop, Bia Kicis (DF) salientou que os parlamentares trabalharam em sintonia com o cooperativismo para a aprovação da proposta. “Com as novas regras, estamos democratizando o mercado de seguros e garantindo mais segurança jurídica para a atuação das cooperativas”, declarou.
Fonte: Sistema OCB{gallery}3216{/gallery}
“A atuação presente do Banco Central contribui para o crescimento sólido e sustentável das cooperativas de crédito na oferta de produtos e serviços à população, principalmente naqueles nichos menos assistidos pelo sistema financeiro, contribuindo, assim, para maior inclusão financeira e para o aprimoramento da eficiência e da concorrência no SFN”, afirma o chefe do Departamento de Supervisão de Cooperativas e de Instituições Não Bancárias do BC, Adalberto Felinto da Cruz Júnior.O prestígio do cooperativismo de crédito no BC foi confirmado com a presença maciça de altas lideranças da autarquia no 15º Congresso Brasileiro do Cooperativismo de Crédito (Concred), realizado no começo de agosto. Em uma das conferências do evento, o diretor de Política Monetária do BC, Gabriel Galípolo, destacou o papel das cooperativas de crédito para o desenvolvimento sustentável em um mundo globalizado.
“É fantástico ver como o cooperativismo afeta diretamente a vida das pessoas, como ele está próximo dos brasileiros por meio do empreendedorismo, por meio do crédito.”Presença nacional Estar perto das pessoas é um dos pontos da atuação das cooperativas em destaque no Panorama do SNCC 2023. De acordo com o relatório, o segmento continuou ampliando sua presença física no país e chegou a 9.804 unidades de atendimento, distribuídas em 3.177 municípios no país, 57% do total. Com a expansão em 2023, o total de cidades brasileiras com unidades de atendimento de cooperativas superou pela primeira vez o de municípios com agências bancárias (3.094), de acordo com o relatório do BC. “Espera-se a continuidade desse processo, o que ratifica a importância do segmento como instrumento de inclusão financeira, principalmente no interior do país”, destaca o BC no documento. Além disso, o número de municípios onde a cooperativa de crédito é a única alternativa presencial para obtenção de produtos e serviços financeiros aumentou de 331 para 368, garantindo cidadania financeira em localidades em que os bancos não chegam. Mais cooperados em todas as regiões Em relação ao total de cooperados, o Panorama do SNCC destaca o crescimento sustentado e significativo do número de brasileiros que escolhem o cooperativismo financeiro. As taxas de crescimento da base de associados estão acima de 10% tanto para pessoa física quanto para pessoa jurídica. Em 2023, o número de cooperados cresceu em todas as regiões, com destaque para o Norte e Nordeste, resultado que o Banco Central considera esperado e desejado, tendo em vista a menor representatividade dessas localidades no total nacional de cooperados em relação ao restante do país. O relatório destaca a força do cooperativismo de crédito na Região Sul, berço histórico do segmento, onde 23,7% da população é associada a uma coop financeira. Em 94% dos municípios da região, pelo menos 10% dos moradores têm relacionamento com uma instituição financeira cooperativa. Resultados financeiros Em 2023, o SNCC aumentou sua representatividade no Sistema Financeiro Nacional e se destacou como um dos segmentos com maior expansão de crédito, ativos totais e depósitos. A carteira de crédito das cooperativas financeiras cresceu 16,4% no período, muito superior à variação média de 7,3% dos demais segmentos do SFN. De acordo com o relatório do BC, as operações de crédito são as mais relevantes do SNCC, totalizando R$445,8 bilhões. O crédito rural a pessoas físicas e o capital de giro para micro, pequenas e médias empresas se destacaram como as principais modalidades em 2023. Em relação aos ativos totais, o sistema financeiro cooperativista atingiu R$730,9 bilhões em dezembro de 2023, crescimento de 23,9% ao ano, superior aos 10,5% do restante do SFN. Nos últimos cinco anos, o SNCC registrou um aumento de 210% nos ativos, enquanto a expansão conjunta dos demais segmentos do SFN foi de 70% no mesmo período. Já o estoque de captações das cooperativas de crédito também aumentou a taxas maiores que as demais instituições (25,1% ao ano no SNCC ante 12,9% no SFN), totalizando R$581,6 bilhões, com destaque para o bom desempenho dos depósitos a prazo e das letras de crédito. De acordo com o BC, “o cenário permanece favorável a que o cooperativismo de crédito amplie cada vez mais sua participação no SFN, contribuindo para promover a concorrência, a eficiência e a cidadania financeira”. Apoio aos micro e pequenos empreendedores O relacionamento sólido entre as cooperativas e os pequenos empreendedores também é um dos destaques do Panorama do SNCC 2023. De acordo com os dados do BC, as micro e pequenas empresas representam 96,9% dos cooperados pessoa jurídica das cooperativas financeiras. Essa representatividade tem impacto na carteira de crédito PJ das cooperativas, que está concentrada nas micro, pequenas e médias empresas (MPMEs), com 91% dos recursos destinados a esse tipo de cooperados. Em 2023, as cooperativas de crédito foram responsáveis por 17% de todo o crédito concedido a MPMEs no Brasil. Na Região Sul, a participação nesse mercado chega a 30%. A principal modalidade de crédito PJ no SNCC é o capital de giro, que representa 48,8% da carteira para o setor. Apesar da preponderância dos MPMEs entre os cooperados PJ, o relatório do BC destaca que a participação do crédito a grandes empresas nas cooperativas tem crescido, passando de 5% da carteira em 2019 para 9% em 2023. O banco também destaca que esse percentual pode aumentar diante da possibilidade de realização de operações de crédito com o compartilhamento de recursos e de riscos com outras cooperativas do mesmo sistema cooperativo, autorizada recentemente por nova regulamentação. Acesse o Panorama do SNCC 2023 e conheça mais dados do cooperativismo financeiro consolidados pelo Banco Central.
Fonte: Confebras
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Caminhos para a transição
O prime
iro dia do fórum continuou sua programação com uma série de painéis que proporcionaram debates sobre transição energética e desenvolvimento sustentável global. A gerente-geral do Sistema OCB, Fabíola Nader Motta, apresentou a estrutura de representação do cooperativismo brasileiro e ressaltou o impacto positivo do movimento no cenário econômico e social. "O cooperativismo é uma força transformadora e global. No Brasil, temos as maiores cooperativas de saúde e de café do mundo. Ainda assim, aprendemos com outros países e também compartilhamos nosso conhecimento".
Ela destacou que municípios com cooperativas registram um aumento de R$ 5 mil no PIB per capita, além de avanços na geração de empregos e na balança comercial. "O cooperativismo sabe suas prioridades e desafios, e por isso, trabalhamos constantemente para fortalecer sua competitividade", finalizou.
A gerente de Desenvolvimento de Cooperativas, Débora Ingrisano, discorreu sobre os programas e soluções da entidade voltados para a fundação, crescimento e perenidade das cooperativas de energias. Ela enfatizou que a solidez econômica é essencial para todas as cooperativas a longo prazo. "Nosso foco é disponibilizar ferramentas que impulsionem a consolidação das cooperativas no mercado, garantindo não apenas o crescimento, mas também sua permanência para que continuem desempenhando seu papel no desenvolvimento sustentável".
Alex Macedo, coordenador de Meio Ambiente do Sistema OCB, participou do painel Visão geral da energia cooperativa na América Latina. Em sua fala, ele afirmou que a verdadeira transição energética exige mais do que tecnologia e destacou o avanço da energia cooperativa no Brasil. "Já temos 16,5% das cooperativas gerando sua própria energia. No entanto, ainda dependemos de uma mudança comportamental e de um maior letramento sobre o tema. É preciso democratizar o acesso à energia, tornar o conceito de geração comunitária e coletiva algo compreensível e acessível para todos", explicou.
Fonte: Sistema OCB{gallery}3231{/gallery}
Senador Flávio Arns[/caption]
A Comissão de Assuntos Sociais (CAS) do Senado Federal aprovou, nesta quarta-feira (4), o parecer favorável do senador Flávio Arns (PR) ao Projeto de Lei (PL) 1.754/2024, que garante a manutenção da condição de segurado especial aos cooperados que ocupam cargos em conselhos administrativos ou fiscais de cooperativas. Aprovado pela Câmara dos Deputados em março deste ano, o PL faz parte da Agenda Institucional do Cooperativismo e segue agora para apreciação no Plenário do Senado em regime de urgência
O projeto busca assegurar que os cooperados, mesmo ocupando cargos de gestão nas cooperativas, não percam sua condição de segurados especiais no Regime Geral de Previdência Social. Nesse sentido, corrige distorções ao deixar claro que o exercício dessas funções, eleitas em assembleia geral, não caracteriza o desempenho de atividade remunerada adicional, uma vez que é uma função intrínseca ao modelo cooperativista.
A Lei Geral do Cooperativismo (5.764/1971) estabelece que as cooperativas, por sua natureza, seguem um modelo societário que valoriza o trabalho colaborativo e o esforço conjunto. Nesse sentido, os conselhos de administração e fiscal devem ser compostos exclusivamente por associados eleitos em assembleia, o que preserva a condição de segurado especial dos escolhidos.
O Sistema OCB atuou de forma ativa para garantir a aprovação da proposta, destacando a importância de proteger juridicamente os cooperados que assumem cargos administrativos nas cooperativas. “Os integrantes do conselho de administração e do conselho fiscal, necessariamente, são oriundos do quadro social da cooperativa. O fato de estarem participando dos órgãos de gestão e governança de seus respectivos negócios não justifica a descaracterização da condição de segurado especial. Ficamos muito felizes com a compreensão dos legisladores para essa realidade e por respeitarem as especificidades do nosso modelo de negócios”, ressaltou o presidente da entidade, Márcio Lopes de Freitas.
Durante a reunião, Flávio Arns, que é membro da Frente Parlamentar do Cooperativismo (Frencoop), elogiou o papel do cooperativismo no Brasil. "Quero cumprimentar o Sistema OCB e o Sistema Ocepar, do Paraná, que fazem um trabalho extraordinário em prol das cooperativas. O Brasil deveria ser uma grande cooperativa. Se tivéssemos esse espírito cooperativista, teríamos um país muito melhor", afirmou.
O parlamentar reforçou também a importância do projeto para garantir a segurança jurídica dos cooperados no país. "O PL que aprovamos hoje, com a participação da OCB, visa assegurar que os associados, que são segurados especiais no regime de previdência, não percam essa condição ao exercer atividades de administração nas cooperativas. Isso já é reconhecido na jurisprudência, mas agora estará muito claro na legislação", ressaltou.
Fonte: Sistema OCB{gallery}3235{/gallery}
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Além da assinatura do acordo de cooperação, a reunião debateu demandas de cada setor representado pela instituiões. As principais demandas apresentadas e discutidas foram sobre:
- Turismo e Serviços
- Comércio e Empreendedorismo
- Artesanato e Cultura
- Comunicação e Publicidade
- Sustentabilidade e Meio Ambiente
- Ação social e Inclusão
- Inovação e tecnologia
A reunião foi encerrada por Alexandre Dantas abordando a importância da cooperação entre as instituições e o papel fundamental da união e aliança que vem atuando e sendo formada desde dezembro de 2022.{gallery}3243{/gallery}
O curso, que tem formato híbrido, vai de setembro de 2024 até outubro de 2025. A turma iniciou com 37 alunos e ainda há algumas vagas disponíveis.
Informações podem ser obtidas no telefone (84) 9 9999-0605.{gallery}3249{/gallery}
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A relevância da plataforma é comprovada também com outros dados significativos. Em agosto, por exemplo, mais um marco foi atingido: 100 mil pessoas cadastradas com acesso a todos os benefícios e recursos oferecidos. Além disso, a média de satisfação com os cursos, apontada pelos alunos, é de 93%. Entre os usuários, 77% possuem vínculo com o cooperativismo, enquanto 23% são da comunidade, que buscam na plataforma uma maneira prática e qualificada para aprender sobre as especificidades do modelo de negócios coop e outras habilidades importantes para a rotina de qualquer profissional.
“O crescimento da Capacitacoop vem em uma trajetória exponencial, principalmente nos dois últimos anos com o aumento vertiginoso da oferta de cursos. Para se ter ideia, a plataforma foi lançada com a oferta de apenas seis cursos e, hoje, já são 225. Além disso, oferece um amplo material para consulta em sua biblioteca, com várias publicações, vídeos e entrevistas”, acrescenta Cláudia Moreno
A CapacitaCoop segue o quinto princípio do cooperativismo, que foca na educação e formação de seus cooperados e seu crescimento acumulado de mais de 2 mil por cento em quatro anos é acompanhado também por um rigoroso cuidado com a qualidade e alcance dos cursos ofertados. “A plataforma proporciona um acesso democrático à educação e representa um marco para o fortalecimento do cooperativismo no Brasil. Isso sem contar as oportunidades que oferece para o público em geral na busca por uma maior qualificação profissional”, destaca o presidente do Sistema OCB, Márcio Lopes de Freitas.
Na CapacitaCoop os cursos são segmentados por área de atuação, divididos em módulos e oferecem certificados para todos os alunos que atendem os requisitos de aprovação. Além disso, possui diferenciais relevantes como vitrine de informações dos cursos e trilhas de aprendizagem; aplicativo para acessar conteúdo dos cursos, mesmo que o aluno esteja off-line; suporte técnico gratuito.
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Fonte: Sistema OCB
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Para mais informações: (84) 99418-7707
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Amanda Rezende, representante do Sistema OCB, falou sobre as especificidades do cooperativismoA coordenadora tributária do Sistema OCB, Amanda Rezende, representou a entidade na audiência e explicou sobre as especificidades do cooperativismo, bem como a importância de um tratamento tributário adequado ao modelo de negócios. "O cooperativismo se diferencia porque possui finalidade econômica voltada para o cooperado. Ele o conecta ao mercado e proporciona uma maior e melhor distribuição de renda, além de representar uma sociedade democrática com relevante impacto social, reconhecido pela Emenda Constitucional 132/2023", disse.
Ela destacou a importância de garantir que a regulamentação da Reforma Tributária reflita as diretrizes constitucionais e contribua para a sustentabilidade e a segurança jurídica das cooperativas. "As propostas defendidas pelo cooperativismo visam preservar os ajustes realizados na Câmara dos Deputados e implementar novas medidas para assegurar a justiça fiscal nas operações cooperativas", afirmou.
Entre as principais propostas apresentadas estão o detalhamento de todas as operações entre cooperativa e cooperado com alíquota zero e a dedução integral dos custos com repasse de honorários aos cooperados de operadoras de planos de saúde. "Nossas solicitações não buscam benefícios ou favores tributários. Nosso intuito é assegurar melhores condições para o movimento cooperativista e continuar contribuindo para o desenvolvimento econômico e social do país", concluiu Amanda.
A audiência contou também com a participação de representantes do Ministério da Fazenda, da Viva Lácteos e de outras entidades setoriais como o Sindicato Nacional das Empresas Distribuidoras de Combustíveis e de Lubrificantes (Sindicom), a Federação Nacional das Distribuidoras de Combustíveis, Gás Natural e Biocombustíveis (Brasilcom), a Associação Brasileira de Biogás (Abiogás), a Associação Nacional de Apoio às Pessoas com Deficiência (ANAPcD) e a Federação Nacional dos Auditores e Fiscais de Tributos Municipais (Fenafim) entre outros.{gallery}3299{/gallery}
Os seminários da 2ª Chamada Pública do Edital 11/22, fruto da parceria entre o Serviço Nacional de Aprendizagem do Cooperativismo (Sescoop) e o Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq), serão apresentados entre os dias 18 e 22 de novembro, no canal do YouTube do CNPq.
Foram selecionados 44 projetos de pesquisa sobre o cooperativismo, provenientes de diversos estados e instituições acadêmicas. Os contemplados participam agora do Seminário de Apresentação para a banca avaliadora. As pesquisas abordam quatro principais áreas temáticas: Impactos econômicos, sociais e ambientais, que recebeu o maior número de propostas, com 65 inscrições; Competitividade e Inovação no Cooperativismo, com 39 submissões; Cenário jurídico do cooperativismo, com 15 trabalhos; e Desenvolvimento organizacional e promoção da prática cooperativista, que contou com 12 pesquisas.
Os estudos representam um significativo avanço no fomento à pesquisa científica sobre o cooperativismo brasileiro, realizado por meio do Acordo de Cooperação Técnica e Financeira, firmado em 2017, entre as duas entidades, para a realização de chamadas públicas com o objetivo de financiar projetos de pesquisa científica com o tema.
Segundo Rodrigo Rangel, analista de estudos econômicos do Sistema OCB, a parceria com o CNPq é um pilar fundamental para fortalecer o modelo de negócios cooperativista no Brasil, impulsionando a pesquisa acadêmica sobre o tema.
Ele destaca que, ao fomentar a investigação científica em diferentes áreas do cooperativismo, essa colaboração não só amplia o interesse pelo estudo do setor em diversos segmentos, como também gera insights valiosos e soluções inovadoras. "Esses projetos de pesquisa são essenciais para o desenvolvimento do cooperativismo, pois contribuem diretamente para a inovação, a competitividade e o entendimento mais profundo dos impactos sociais, econômicos e ambientais das cooperativas", afirmou.
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Participantes do encontro[/caption]
Ainda segundo a gerente, a ideia é transformar dados sobre as ações das cooperativas em relatórios claros e estratégicos, que possam ser utilizados em negociações e planejamentos, tanto em nível nacional quanto global. Para Débora, com esse esforço de coleta de indicadores qualificados, será possível alcançar o rating ESG do cooperativismo. "Até o final do Ciclo 2025, teremos em mãos o primeiro relatório de impacto social do cooperativismo brasileiro, que irá refletir a força do setor em promover um desenvolvimento sustentável", complementou.
O ESGCoop é uma solução do Sistema OCB que mapeia boas práticas e indicadores específicos, além de formar lideranças comprometidas com a sustentabilidade, tendo como intuito o desenvolvimento e a implementação de soluções alinhadas aos critérios ESG do cooperativismo.
No 15º Congresso Brasileiro do Cooperativismo, realizado em maio deste ano, foram estabelecidas diretrizes para comunicar à sociedade sobre os impactos positivos das iniciativas ambientais das cooperativas. No âmbito da agenda ESG, foram definidas ações como a promoção da educação ambiental entre cooperados e colaboradores; o aprimoramento das lideranças com foco em gestão e tomada de decisões baseadas em dados; a implementação de programas de sucessão nas cooperativas; e a realização de estudos que comprovam os benefícios e impactos sociais que a atuação das cooperativas traz às comunidades onde estão presentes.{gallery}3310{/gallery}

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