Para mais informações: (84) 99418-7707
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Amanda Rezende, representante do Sistema OCB, falou sobre as especificidades do cooperativismoA coordenadora tributária do Sistema OCB, Amanda Rezende, representou a entidade na audiência e explicou sobre as especificidades do cooperativismo, bem como a importância de um tratamento tributário adequado ao modelo de negócios. "O cooperativismo se diferencia porque possui finalidade econômica voltada para o cooperado. Ele o conecta ao mercado e proporciona uma maior e melhor distribuição de renda, além de representar uma sociedade democrática com relevante impacto social, reconhecido pela Emenda Constitucional 132/2023", disse.
Ela destacou a importância de garantir que a regulamentação da Reforma Tributária reflita as diretrizes constitucionais e contribua para a sustentabilidade e a segurança jurídica das cooperativas. "As propostas defendidas pelo cooperativismo visam preservar os ajustes realizados na Câmara dos Deputados e implementar novas medidas para assegurar a justiça fiscal nas operações cooperativas", afirmou.
Entre as principais propostas apresentadas estão o detalhamento de todas as operações entre cooperativa e cooperado com alíquota zero e a dedução integral dos custos com repasse de honorários aos cooperados de operadoras de planos de saúde. "Nossas solicitações não buscam benefícios ou favores tributários. Nosso intuito é assegurar melhores condições para o movimento cooperativista e continuar contribuindo para o desenvolvimento econômico e social do país", concluiu Amanda.
A audiência contou também com a participação de representantes do Ministério da Fazenda, da Viva Lácteos e de outras entidades setoriais como o Sindicato Nacional das Empresas Distribuidoras de Combustíveis e de Lubrificantes (Sindicom), a Federação Nacional das Distribuidoras de Combustíveis, Gás Natural e Biocombustíveis (Brasilcom), a Associação Brasileira de Biogás (Abiogás), a Associação Nacional de Apoio às Pessoas com Deficiência (ANAPcD) e a Federação Nacional dos Auditores e Fiscais de Tributos Municipais (Fenafim) entre outros.{gallery}3299{/gallery}
Os seminários da 2ª Chamada Pública do Edital 11/22, fruto da parceria entre o Serviço Nacional de Aprendizagem do Cooperativismo (Sescoop) e o Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq), serão apresentados entre os dias 18 e 22 de novembro, no canal do YouTube do CNPq.
Foram selecionados 44 projetos de pesquisa sobre o cooperativismo, provenientes de diversos estados e instituições acadêmicas. Os contemplados participam agora do Seminário de Apresentação para a banca avaliadora. As pesquisas abordam quatro principais áreas temáticas: Impactos econômicos, sociais e ambientais, que recebeu o maior número de propostas, com 65 inscrições; Competitividade e Inovação no Cooperativismo, com 39 submissões; Cenário jurídico do cooperativismo, com 15 trabalhos; e Desenvolvimento organizacional e promoção da prática cooperativista, que contou com 12 pesquisas.
Os estudos representam um significativo avanço no fomento à pesquisa científica sobre o cooperativismo brasileiro, realizado por meio do Acordo de Cooperação Técnica e Financeira, firmado em 2017, entre as duas entidades, para a realização de chamadas públicas com o objetivo de financiar projetos de pesquisa científica com o tema.
Segundo Rodrigo Rangel, analista de estudos econômicos do Sistema OCB, a parceria com o CNPq é um pilar fundamental para fortalecer o modelo de negócios cooperativista no Brasil, impulsionando a pesquisa acadêmica sobre o tema.
Ele destaca que, ao fomentar a investigação científica em diferentes áreas do cooperativismo, essa colaboração não só amplia o interesse pelo estudo do setor em diversos segmentos, como também gera insights valiosos e soluções inovadoras. "Esses projetos de pesquisa são essenciais para o desenvolvimento do cooperativismo, pois contribuem diretamente para a inovação, a competitividade e o entendimento mais profundo dos impactos sociais, econômicos e ambientais das cooperativas", afirmou.
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Participantes do encontro[/caption]
Ainda segundo a gerente, a ideia é transformar dados sobre as ações das cooperativas em relatórios claros e estratégicos, que possam ser utilizados em negociações e planejamentos, tanto em nível nacional quanto global. Para Débora, com esse esforço de coleta de indicadores qualificados, será possível alcançar o rating ESG do cooperativismo. "Até o final do Ciclo 2025, teremos em mãos o primeiro relatório de impacto social do cooperativismo brasileiro, que irá refletir a força do setor em promover um desenvolvimento sustentável", complementou.
O ESGCoop é uma solução do Sistema OCB que mapeia boas práticas e indicadores específicos, além de formar lideranças comprometidas com a sustentabilidade, tendo como intuito o desenvolvimento e a implementação de soluções alinhadas aos critérios ESG do cooperativismo.
No 15º Congresso Brasileiro do Cooperativismo, realizado em maio deste ano, foram estabelecidas diretrizes para comunicar à sociedade sobre os impactos positivos das iniciativas ambientais das cooperativas. No âmbito da agenda ESG, foram definidas ações como a promoção da educação ambiental entre cooperados e colaboradores; o aprimoramento das lideranças com foco em gestão e tomada de decisões baseadas em dados; a implementação de programas de sucessão nas cooperativas; e a realização de estudos que comprovam os benefícios e impactos sociais que a atuação das cooperativas traz às comunidades onde estão presentes.{gallery}3310{/gallery}

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A valorização dos profissionais de saúde e a parceria com o setor social e privado são pilares fundamentais para garantir um atendimento de qualidade à população. Este é um passo importante para o desenvolvimento de novas oportunidades de colaboração entre os dois países.
No debate, foram colocadas, pelos médicos presentes, várias questões relativas às oportunidades de integração para os médicos potiguares. O evento contou com apoio da Unimed Natal, Saúdecoop, Coopmed RN e Coopanest/RN, além da presença de representantes da Coopedu e Owl Digital.
Agradecemos a todos que participaram e reforçaram a importância dessa iniciativa!
Fotos: Assessoria CREMERN{gallery}3335{/gallery}
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COP 28
Na COP28, realizada em 2023, em Dubai, nos Emirados Árabes Unidos, o Sistema OCB participou de quatro painéis e compartilhou as boas práticas promovidas pelo cooperativismo que reafirmam o protagonismo do movimento na preservação dos recursos naturais e na produção responsável, de forma inclusiva e ambientalmente correta. Com o apoio da ApexBrasil, o painel Cooperativas: Aliadas da Sustentabilidade Ambiental e Segurança Alimentar, apresentou evidências de que o crescimento sustentável passa necessariamente pelo cooperativismo. Outro painel relevante, coordenado pelo Ministério do Meio Ambiente (MMA) e pelo Conselho de Desenvolvimento Econômico Social Sustentável (CDESS), abordou o tema Proteção, Promoção e Participação de Povos e Comunidades Tradicionais na Construção da Agenda Climática Global. Além disso, no painel Plano ABC+ e seu papel na segurança alimentar, coordenado pelo Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa), foi destacado o protagonismo das cooperativas agropecuárias na adoção de práticas que garantem a preservação ambiental e a sustentabilidade da produção rural. A Organização Mundial do Comércio (OMC) promoveu o painel As Contribuições da Economia Social e Solidária para os ODS: o Papel da Política Comercial, que discutiu a importância do coop na busca pelo desenvolvimento sustentável e a necessidade de maior reconhecimento e inclusão desse movimento na formulação de políticas públicas.{gallery}3363{/gallery}
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- João Branco, eleito o Profissional de Marketing mais admirado do Brasil pela Scopen. Ele fará a palestra de abertura do evento
- Clovis de Barros, filósofo e livre-docente pela Escola de Comunicações e Artes da USP
- Graziela Fernández, presidente da ACI Américas
- Nathan Schneider, professor de Estudos de Mídia na Universidade do Colorado
- Xiomara Nuñez de Céspede, presidente do Comitê de Equidade de Gênero da Aliança Cooperativa Internacional ACI
- Carlinhos Brown, músico e compositor brasileiro, membro da Academia do Oscar
- Espaço Futuro — ambiente inovador focado em explorar o potencial transformador das cooperativas para um futuro mais cooperativo e sustentável. Casos práticos, painéis e palestras serão realizados para acelerar a inserção das cooperativas na nova economia, promovendo a troca de experiências e o desenvolvimento de soluções conjuntas.
- Feira profissional — área criada para conectar cooperativas com produtos e serviços que podem ampliar suas oportunidades de negócios no mercado cooperativista.
- Green Carpet — espaço interativo e “instagramável”, onde os participantes poderão se envolver com experiências tecnológicas inovadoras e compartilhar momentos nas redes sociais.
- Espaço Pessoas — dedicado ao desenvolvimento humano, com foco em temas como cultura, liderança e governança, proporcionando uma reflexão sobre os desafios de gestão no modelo cooperativista.
- Espaço Saber — ambiente com uma atmosfera vibrante, com o Palco 360, que transmitirá conteúdos e apresentações digitais, além de uma livraria onde autores e palestrantes realizarão sessões de autógrafos.
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União Europeia
Outro ponto de destaque do evento Agro Global foi a discussão sobre as barreiras impostas pela União Europeia. Sonia Tomassone, Relações Internacionais da Câmara Paraguaia de Exportadores e Comercializadores de Cereais e Oleaginosas (CAPECO), ressaltou as dificuldades enfrentadas pelos países sul-americanos nas negociações com o bloco europeu. “Temos que defender nosso sistema produtivo com firmeza e trabalhar juntos. É muito difícil, pois enfrentamos burocratas internos, mas precisamos mostrar ao mundo que somos sustentáveis”, disse. Ela ressaltou a necessidade de união entre os países da América Latina para enfrentar esses desafios: “Ou nos unimos, ou teremos problemas no futuro”. O presidente do IPA, Nilson Leitão, ressaltou a importância de unir as nações sul-americanas para enfrentar os desafios globais. "A América do Sul tem os mesmos clientes, os mesmos destinos e enfrenta os mesmos problemas. Sentar à mesa com a União Europeia de forma conjunta nos dá mais força nas negociações", declarou. Ele também destacou a criação de bancadas do agronegócio nos parlamentos dos países vizinhos como uma forma de fortalecer as políticas públicas em defesa do setor. O evento reforçou ainda o acordo de cooperação entre o IPA e a Frente Parlamentar da Agropecuária (FPA). O IPA, uma organização sem fins lucrativos, desempenha um papel estratégico ao fornecer dados, estudos e pareceres técnicos para subsidiar o debate político no Congresso Nacional. “O IPA e a FPA são essenciais para articular e defender os interesses do setor agropecuário no parlamento e junto aos demais poderes”, concluiu Leitão.{gallery}3414{/gallery}